23/04/2026
Da palavra nasceu o mundo e morreu o mudo e o cego na falta da vergonha com ou sem cegonha: A palavra não é flatus Vocis só, É Coisa toda, que coça e rossa pela casa que cansa a caça.
Oiço, aqui e acolá o desprezo à palavra.
Muitos esqueceu-se que quando nascemos, choramos, quando morremos, choram por nós.
Não se esqueçam de saber que, regra geral, quando me paqueraram, pela primeira vez, usaram a palavra dita e/ou palavra escrita para me dizerem que me amavam, verdade ou mentira, isto se avalia noutro texto, se vier.
Todos vão lembrar-se que no princípio do mundo "era o verbo, o qual estava com Deus, o qual era Deus", que disse: Faça-se... e o mundo surgiu...
Os meus amigos do Facebook sabem que sem a confiança tudo o que pudermos fazer gera desconforto. E sem a palavra não há garantias de termo de compromisso para a necessária obrigação e exibilidade.
Deverão imaginar e acreditar que, sem as normas prévias e escritas não há lei penal, o que pode tornar a vida um autêntico caos.
Sabem! Nos anos eleitorais, exigimos programas de governos e promessas eleitorais, os quais são molas de balança para aferir partidos ou governos sérios.
Aceitarão que não é possível vivermos uma vida afectiva sem diálogos, falta dos quais são causas de separações nos lares.
Sabem? Na AGT, INSS, serviços notariais e conservatórias, exigem-se a palavra expressa e depois conservam-na para efeitos da posteridade.
Quando as pessoas rezam a Deus não o fazem sem o uso da palavra.
Nos anos idos e após o 1994, Zedu, o falecido, prometeu só três hipóteses para Savimbi, também falecido. Um deles se efetivou mais tarde!
Em África bantu, quando um mais velho te diz: " vais ver só", o destinatário entra em pânico, entendendo que que pode ir ver o pai ou ter uma tala ou ver diabo a assar sardinha na mão dele... e aí começa o pânico e alvoroço interno só visado.
Toda este introito exagerado e mal posto, se for o caso, é só para dizer que a nossa vida é, primeiro, guiado pelas crença