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08/08/2023

Da série - Poemas curtos - hoje vamos de Gonzaga Neto❣️

Gonzaga Neto

05/08/2023

Poemas curtos 🎯
Hoje vamos de Nicolas Behr (1958

03/08/2023

Poemas curtos 🎯
Hoje vamos de Matilde Campinho - escritora portuguesa 📚

A grandiosidade de Augusto dos Anjos não estava em retratar a morte, mas em retratar a vida orgânica em decrepitude. A m...
07/03/2023

A grandiosidade de Augusto dos Anjos não estava em retratar a morte, mas em retratar a vida orgânica em decrepitude. A morte sempre foi motivo literário basilar. Muitos a tematizaram, desde os primórdios. Mas, o retrato da decrepitude da condição orgânica humana ficou sob a responsabilidade de poucas mãos talentosas, como as do francês Baudelaire e as do brasileiro nascido no engenho Pau d'Arco, na Paraíba, Augusto dos Anjos (1884-1914). A putrefação, decomposição dos corpos orgânicos, é um fato, inclusive fato poético! A sensibilidade diante do implacável tempo sob a pele, os órgãos, os nervos, os ossos, as medulas, os tecidos produz estranhamento ao leitor acostumado ao belo clássico ou ao belo romântico, mas enriquece a expectativa do leitor que aguarda um tema-tabu tão rico em imagens, metáforas e alegorias inovadoras. No poema abaixo, o poeta/eu lírico conversa com o tamarineiro que fez parte de sua infância. O tamarineiro ganha uma prosopopeia (é personificado), uma metonímia afetiva (é retratado pelo seu fruto, o tamarindo) e uma comparação com o eu lírico pela sua condição análoga de ser exaurível. Ao fim e ao cabo, os "Vencidos" vencem, transcendem, pois, sem embargo de sua organicidade decomponível na terra, mantêm-se vivos: o tamarineiro pelas suas sementes, que jamais pararão de germinar, e o eu lírico imortalizado em seus poemas (sementes metáforicas).

Obs: o tamarineiro do poema abaixo ainda está vivo onde outrora foi o Engenho Pau d'Arco, no município de Sapé, na Paraíba. Mesmo com o ataque do tempo, com mais de 200 anos, e dos cupins, o tamarineiro resiste e embeleza o Memorial Augusto dos Anjos. O poeta, por seu turno, mantém-se vivo, eternizado em sua poesia de "poèt maudit", apesar de nos ter deixado precocemente, aos 30 anos.

Salve, Augusto dos Anjos!

05/03/2023
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12/02/2023

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Redação - Dissertação - Parte 1Como começar uma redação nota 10, nota mil, Nota Máxima! ...

Correção da prova de Língua Portuguesa (Gramática e Interpretação de Textos) da FUVEST - 2ª fase.Inscreva-se no canal, c...
12/01/2023

Correção da prova de Língua Portuguesa (Gramática e Interpretação de Textos) da FUVEST - 2ª fase.
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Abraços do Rodi

Correção da prova FUVEST - 2ª fase - Gramática e interpretação de texto ...

11/01/2023

CURIOSIDADES LITERÁRIAS:

Você sabia que:

-Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.

-Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. "Se não fizer isso, saio matando gente pela rua". Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. "Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha."

-Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o "furo": Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.

-Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo, SP. A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.

-Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.

-Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica.

-Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. "Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue", conta Agnes, a filha mais nova.

-Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.

-José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.

-Machado de Assis era miope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Nova Friburgo. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance para a esposa, Carolina (Carolina Augusta Xavier de Novaes).

-Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos.

Interessante não é mesmo?

09/01/2023

Amanhã! 🎯
Não percam!!

05/01/2023

Logo traremos a análise do poema " O Corvo", de Edgar AllanPoe. Não percam!!

Endereço

Assis, SP

Site

https://estudecomorodi.wordpress.com/

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