Anderson Morales

Anderson Morales Perito Criminal Oficial do Instituto Geral de Perícias/RS desde 2009. Técnico em Perícias entre 2005-2007.

04/09/2026

Quem já pegou um assim?

04/09/2026

O assassino foi identificado pelas moscas.
O primeiro uso registrado da entomologia para resolver um crime.

Alunos da imersão têm acesso aos artigos citados.
04/09/2026

Alunos da imersão têm acesso aos artigos citados.

O bizarro caso da Fantasma de Heilbronn
30/08/2026

O bizarro caso da Fantasma de Heilbronn

Um ano após uma colisão que deixou duas mulheres feridas na Avenida Nilo Peçanha, em Porto Alegre, os condutores de uma ...
27/08/2026

Um ano após uma colisão que deixou duas mulheres feridas na Avenida Nilo Peçanha, em Porto Alegre, os condutores de uma Porsche e de uma RAM foram indiciados, mas continuam respondendo em liberdade.

O acidente ocorreu na noite de 25 de agosto de 2025. Câmeras registraram os dois veículos lado a lado, em alta velocidade, no sentido bairro–Centro. A Porsche ultrapassou a caminhonete e atingiu três carros parados em um semáforo. A RAM deixou o local 31 segundos depois.

Um laudo do Instituto-Geral de Perícias apontou que a Porsche chegou a 145 km/h em um trecho onde o limite era de 60 km/h. Segundo o delegado Carlo Butarelli, vídeos e exames periciais também indicaram velocidades excessivas dos dois veículos.

Os motoristas Fabrício Bueno da Silva, apontado como condutor da Porsche, e Henrique Palma Santos, da RAM, foram localizados no estacionamento de um restaurante. Eles se recusaram a fazer o teste do bafômetro. Conforme o registro da época, o exame clínico não apontou sinais de embriaguez.

Os dois foram presos em flagrante, pagaram fiança de R$ 7,5 mil cada e foram liberados. Concluído o inquérito, foram indiciados por participação em racha, lesão corporal culposa e fuga do local do acidente. Até agora, o Ministério Público não havia informado se apresentaria denúncia. Indiciamento não significa condenação.

Uma das vítimas, Carmen Regina Lange, contou que perdeu a consciência com o impacto e só se recorda de acordar dentro da ambulância. Seu carro teve perda total, e ela relata sequelas físicas e emocionais, dificuldades para trabalhar e quatro meses de desemprego.

Carmen busca reparação na esfera cível. Segundo seu advogado, os prejuízos ainda não foram ressarcidos e a busca de valores nas contas dos réus encontrou apenas R$ 112.

A defesa de Fabrício contesta o indiciamento, nega que tenha ocorrido racha ou fuga e afirma que uma vítima já foi indenizada, enquanto busca acordo com a outra. A defesa de Henrique sustenta que ele não participou de racha nem foi responsável pelas lesões.

A análise dos vídeos e o cálculo pericial da velocidade foram centrais para reconstruir o deslocamento dos veículos e confrontar as versões apresentadas.

Imagens: G1 e GZH

Condenado a 25 anos, 10 meses e 10 dias de prisão, Alexsandro Cantuária de Souza tenta reverter a sentença com laudos pa...
27/08/2026

Condenado a 25 anos, 10 meses e 10 dias de prisão, Alexsandro Cantuária de Souza tenta reverter a sentença com laudos papiloscópicos que, segundo sua defesa, não foram considerados no processo.
O caso começou em 10 de junho de 2020, quando criminosos invadiram a casa de um promotor aposentado em Bertioga, no litoral de São Paulo. A família foi ameaçada e teve bens levados. Uma vítima descreveu um dos assaltantes como um homem de olhos verdes e com marcas de acne.
Alexsandro afirma que foi abordado por apresentar características semelhantes. Segundo a defesa, o reconhecimento ocorreu por fotografias enviadas pelo WhatsApp e teve papel central na acusação.
A perícia examinou a residência, uma casa onde os autores teriam pernoitado e o carro de uma das vítimas. Foram produzidos 19 fragmentos papilares e 114 arquivos de imagens, totalizando 133 registros. Nenhum foi atribuído a Alexsandro.
Outro laudo identificou uma impressão de Felipe Benício Ramos na porta do veículo roubado. Conforme a reportagem, o resultado foi enviado à polícia em novembro de 2020 e novamente em fevereiro de 2021, mas não teria sido incorporado à ação penal durante o julgamento. A defesa de Felipe também afirma que ele é inocente.
Registros da operadora indicariam que os celulares de Alexsandro e da esposa permaneceram no Guarujá no período do crime. A análise dos aparelhos não teria encontrado mensagens, ligações ou contatos com os demais acusados.
Alexsandro foi absolvido em primeira instância por insuficiência de provas. Após recurso do Ministério Público, o Tribunal de Justiça reformou a decisão e o condenou. STJ e STF mantiveram o resultado.
A ausência de suas digitais não prova, isoladamente, que ele não esteve no local. Da mesma forma, uma digital de outra pessoa demonstra contato com a superfície, mas precisa ser interpretada no contexto. Para o Ministério Público, o reconhecimento e outros elementos sustentam a condenação, e Felipe poderia ser outro integrante do grupo, sem excluir Alexsandro.
Os laudos foram obtidos pela defesa em ação de justificação criminal, homologada em julho de 2026. Agora, o TJSP deverá analisá-los em uma revisão criminal. Alexsandro permanece preso.

Um colar de ouro avaliado em aproximadamente R$ 2 milhões e presenteado a Neymar ajudou a Polícia Civil de São Paulo a c...
27/08/2026

Um colar de ouro avaliado em aproximadamente R$ 2 milhões e presenteado a Neymar ajudou a Polícia Civil de São Paulo a chegar a fabricantes e comerciantes investigados por uma possível rede de receptação de joias roubadas.

A fundição dificulta o rastreamento porque elimina o formato original, as gravações, os números e outras características individualizadoras da peça. A análise pericial pode determinar características como composição e teor do metal, mas isso não significa que seja sempre possível relacionar o ouro fundido a uma aliança específica.

Nesse tipo de investigação, a reconstrução da cadeia comercial pode ser mais esclarecedora do que o exame isolado do metal. Notas fiscais, registros contábeis, mensagens, arquivos eletrônicos, fotografias, imagens de câmeras, movimentações bancárias e relações entre fornecedores ajudam a demonstrar por onde o material circulou.

26/08/2026

Esse caso foi bizarro

Uma mulher confessou ter matado a própria sogra porque acreditava que o sofrimento provocado pela morte faria o marido d...
26/08/2026

Uma mulher confessou ter matado a própria sogra porque acreditava que o sofrimento provocado pela morte faria o marido desistir de terminar o relacionamento.

O crime aconteceu na manhã de 22 de agosto de 2026, em Confresa, Mato Grosso. Vizinhos ouviram pedidos de socorro e chamaram a Polícia Militar. Como o portão estava trancado e ninguém respondia, os policiais precisaram subir no muro da residência.

Ao perceber a presença da equipe, Alessandra do Nascimento Gonçalves, de 29 anos, abriu o portão e afirmou que havia acontecido uma “tragédia”. Nos fundos da casa, os policiais encontraram Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, caída no chão, com sangue ao redor do corpo, ferimentos na cabeça e um fio de extensão elétrica no pescoço. Um pedaço de madeira com sinais de sangue foi apreendido.

Segundo o depoimento divulgado, Alessandra entrou na casa usando uma chave que possuía, atingiu a sogra duas vezes na cabeça e depois utilizou o fio para comprimir seu pescoço. Ela afirmou que o marido pretendia deixá-la e que imaginou que, diante da morte da mãe, ele permaneceria com a família durante o luto.

Alessandra também relatou ter jogado a carteira e o celular da vítima na casa de um vizinho. Ela permaneceu no imóvel até a chegada da polícia, foi conduzida à delegacia e confessou o cr1m3.

Uma reportagem posterior informou que a necropsia confirmou o 3strangul4mento como causa da m0rt3. Essa diferenciação é essencial: embora existissem ferimentos contundentes e bastante sangue no local, os golpes na cabeça não teriam sido o mecanismo diretamente responsável pelo óbito.

O exame médico-legal também pode avaliar sinais de vitalidade, características das lesões cervicais e compatibilidade com o fio apreendido. Já a perícia do local pode estudar manchas de sangue, posição do corpo, objetos utilizados e possível sequência das agressões.

Mesmo quando existe confissão, a prova material continua indispensável. O relato precisa ser confrontado com os vestígios, pois é essa correspondência que permite reconstruir o que efetivamente aconteceu.

Alessandra permanece presa por decisão judicial. O caso segue sob investigação e ainda não houve julgamento.

26/08/2026

Como vai ficar o porte de arma para a polícia científica?

Endereço

Porto Alegre, RS
90110-060

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