OPUM DEI

OPUM DEI Ordem Profética da Universidade do Minho ||
www.opumdei.com || www.youtube.com/opumtv ||
www.instagram.com/opumdei Morra o Dantas, morra! Pim!

Uns quantos marmanjos fundaram a 13 de Maio de 1991 a Ordem Profética da Universidade do Minho com um espectáculo cá no Barracão. E desde então… com as suas músicas e demais aparições (todas polémicas) a Ordem Profética tem vindo a agitar os meandros académicos contra o conforto e comodismo, combatendo o capitalismo e a corrupção universitária. A Ordem Profética ao longo destes 30 anos é…
Amada po

r umas, idolatrada por outras e claro, tem o eterno calor das namoradas dos nossos amigos tuneiros. Ao longo dos últimos tempos, uma figura nos prende a atenção, o Dantas…

O Dantas é alérgico aos alunos,
o Dantas não tem pescoço,
O Dantas insultou o Papa,
o Dantas prefere o Messi ao Ronaldo e há gente que ainda lhe lambe as botas??? P’la Ordem Profética

Pelas ruas de Braga, com mais ou menos vias de trânsito obstruídas, fez-se o São João.Em todo o caso, como sempre, a Ord...
24/06/2026

Pelas ruas de Braga, com mais ou menos vias de trânsito obstruídas, fez-se o São João.
Em todo o caso, como sempre, a Ordem Profética da Universidade do Minho imbuída do espírito solidário e altruísta que lhe caracteriza, lá apareceu para salvar a noite dos presentes. Eis o São João: o evento que a AAUM se congratula de se associar com outras entidades, para a sua realização.
O importante é fechar um post no Instagram e tirar umas fotos. Ora, com esta mentalidade pragmática e, de todo, meritória, menos tempo têm os grupos para os sound-checks, o que resulta em menos qualidade dos eventos. Repitam connosco: não importa a qualidade dos eventos que a AAUM promove, mas o tamanho do tacho do dirigente!
Mas vá, até ao próximo São João.
Paguem-nos um fino.

P’la Ordem Profética da Universidade do Minho.

Caríssimos Infiéis,Reza a profecia que São João perdeu a cabeça por denunciar os poderosos.Hoje, talvez a perdesse por p...
19/06/2026

Caríssimos Infiéis,
Reza a profecia que São João perdeu a cabeça por denunciar os poderosos.

Hoje, talvez a perdesse por perguntar quanto custa celebrar uma festa que sempre foi do povo. Braga ilumina as ruas, enche os palcos e vende a tradição em embalagens cada vez mais caras. O milagre já não é transformar água em vinho, é transformar cultura popular em oportunidade de negócio.

A OPUM DEI regressa, martelinho em punho, para fazer o que sempre fez: rir dos poderosos, bater na hipocrisia e lembrar que a tradição não se vende ao metro.

21:50 no Parque da Ponte.

Comparecei antes que a fé seja substituída por pulseiras VIP.

P’la Ordem Profética.

Há 35 anos, lá no barracão, iluminados indivíduos desta muy nobre Universidade do Minho decidem formar um grupo irrevere...
13/05/2026

Há 35 anos, lá no barracão, iluminados indivíduos desta muy nobre Universidade do Minho decidem formar um grupo irreverente e carismático.

Mas o que é a OPUM DEI? Eis a questão que atravessa gerações, acompanha olhares curiosos e corações carentes. Será a Ordem Profética uma espécie de banda académica ou humoristas decadentes? Um grupo de bêbados jabardos, mas com discurso eloquente? Um bando de seres amesquinhados que só sabe criticar? Um corpo dotado que consola as namoradas dos tunos?

Ao longo de mais de três décadas, a Ordem Profética foi muito mais que isso. É a voz que não se cala, o fino que não se esgota, a festa que não acaba, a pedra que é carregada em braços, a cabeça protegida contra maus olhados e o comboio que chega sempre a horas. Ousaremos, pois, ser sempre mais do que os limites da definição que nos impõem.

É o tudo que é nada e o nada que é tudo.
A Ordem é a Ordem e hoje é o nosso dia.
Paguem-nos finos.

P’la Ordem Profética

Cumpre à Ordem Profética da Universidade do Minho, tomada por profundo pesar e revestida da devida solenidade, dar públi...
05/05/2026

Cumpre à Ordem Profética da Universidade do Minho, tomada por profundo pesar e revestida da devida solenidade, dar público conhecimento do falecimento da mui estimada Gata, que entre nós viveu feliz.

A sua partida não se deveu a mero acaso. Entre a indiferença dos que passam e a resignação de quem se habitua ao inevitável, foi-se apagando, silenciosa, na margem do abandono. Este infausto episódio não é isolado. É sintoma de um tempo em que o descuido se normaliza e o alheamento se torna regra. Num mundo que se indigna seletivamente, onde a guerra se comenta à distância e se aceita como inevitável, também as pequenas perdas se tornam invisíveis, não por falta de gravidade, mas por apática aceitação.

No leito da morte, testemunhámos a última vez que a felina vomitou uma bola de pelo, mas escolhemos recordá-la em dias mais risonhos quando tocava piano e bebia leite de tacada. Incumbe-nos conferir sentido a esta ausência, impedindo que se dissipe no esquecimento. Que a sua morte invoque responsabilidade e a consciência da volatilidade dos dias, pois a nostalgia não resgatará do passado aquilo que não soubermos apreciar no presente.

A todos os que desejem prestar-lhe última homenagem e escrever no livro de condolências, informa-se que o corpo da defunta se encontrará em câmara ardente amanhã e quinta-feira, 6 e 7 de maio, no átrio do CP2, no campus de Gualtar da Universidade do Minho.

Na próxima sexta-feira, às 21:45, na Estação de Comboios em Braga, arrancará a marcha fúnebre do Velório da Gata. Chorem conosco este último adeus.

Assim se encerra um capítulo da História. A Gata… Morreu!

Pl’a Ordem Profética.

“A liberdade despedida de preconceitos… ou de roupa.” - sentenciou o Profeta aos ventos de Abril.Cravos ao peito, discur...
25/04/2026

“A liberdade despedida de preconceitos… ou de roupa.” - sentenciou o Profeta aos ventos de Abril.

Cravos ao peito, discursos certinhos e a sensação repetida de que a democracia funciona, mas funciona mesmo como devia, ou apenas como nos habituámos a aceitar? Um sistema que não ruge nem surpreende, mas também não se rompe, como se o país fosse um barco calmo demais, mais à deriva do que em rumo, embalado pela ilusão de estabilidade.

O dia em que tudo mudou já lá vai longe, mas o que lhe seguiu foi menos épico do que gostamos de contar. Houve coragem, sim, mas depois veio sobretudo gestão: da expectativa, da economia, do descontentamento. A transformação deu lugar a uma engenharia do possível, como se tivéssemos passado de imaginar futuros a remendar presentes, e quando o possível é sempre pouco, talvez seja apenas a normalização da insuficiência.

Fala-se de liberdade como ponto de chegada, quando parece mais um estado de manutenção. Já não há silêncios impostos, mas há uma anestesia coletiva, como se vivêssemos dentro de uma redoma onde tudo ecoa, mas nada realmente muda. Muita opinião, pouca consequência. A crítica existe, mas raramente atravessa a superfície onde devia fazer impacto.

O país aprendeu a sobreviver em vez de se reformar, como uma casa antiga escorada para não cair, em vez de reconstruída. Ajusta-se, empurra problemas e chama estabilidade a esse equilíbrio frágil.

A política repete o padrão: promete mais do que cumpre, gere mais do que transforma e troca futuro por continuidade, como se o tempo tivesse deixado de avançar e apenas se repetisse.

E talvez o mais desconfortável seja isto: já não é preciso censura para limitar o pensamento coletivo. Basta distração, cansaço e a sensação de que nada muda. Tudo passa, mas nada empurra o que está à frente.

Ainda assim, sobra Abril, não como solução, mas como memória do que podia ter sido diferente, e do que deixámos de exigir.

E no fim, tudo isto começou de forma quase simples, afinal bastou um cravo para dizer o que mil tiros não conseguiram calar, e o mais inquietante não é isso ter acontecido, mas o quão difícil se tornou manter essa força viva no presente.

P’la Ordem Profética.

Nesta Páscoa, entre excessos, reencontros e alguma redenção moral de ocasião, houve também espaço para aquilo que já com...
08/04/2026

Nesta Páscoa, entre excessos, reencontros e alguma redenção moral de ocasião, houve também espaço para aquilo que já começa a ser tradição: a passagem da Ordem Profética da Universidade do Minho na Gata na Praia, em Portimão.

Sem grandes anúncios, sem necessidade de provar muito, apenas presença. Porque às vezes não se trata de fazer mais barulho, mas de estar no sítio certo, à hora certa… e deixar que o resto aconteça.

Dizem que ninguém é profeta na sua terra… mas nós recusamos essa modéstia conveniente. Porque onde passamos, há eco. Onde f**amos, há memória. Onde aparecemos, há impacto.

“O Senhor enviou os seus profetas, madrugando e enviando-os, porque tinha compaixão do seu povo…” (Jeremias 25:4)

E assim fomos nós: enviados não por obrigação, mas por inevitabilidade. Profetas de uma cultura que mistura irreverência, presença e espetáculo. Não pedimos palco, criamos um.

E porque é Páscoa, f**a também o lembrete:
“Depois da noite, vem sempre a ressurreição.” (João 11:25)

Entre mergulhos, música e memórias que ainda estão a assentar, f**a o registo de mais um capítulo bem vivido. Sem exageros, só a confirmação de que, quando a Opum Dei aparece, algo acontece.

A Gata de 26 não foi no Mussulo, e pelos vistos, também não foi para seguir horários.
Mas f**a o agradecimento à AAUM, por colocarem sauna (que não estava incluída no preço) nos autocarros.

Paguem-nos finos,
Faaahhhhhh

P’La Ordem Profética.

Dizem que tudo o que é excessivo cobra o seu preço.  A Ordem Profética da Universidade do Minho prefere chamar-lhe inves...
28/02/2026

Dizem que tudo o que é excessivo cobra o seu preço.
A Ordem Profética da Universidade do Minho prefere chamar-lhe investimento, porque há fins de tarde que não são gastos, são inevitáveis.
No dia 4 de março, pelas 14h, o Karma alinha-se novamente com aqueles que compreendem que os melhores fins de tarde não se planeiam, respondem-se.
Porque isto nunca foi sobre sede. É sobre destino.
Alguns vão ignorar o chamamento, outros vão hesitar.
Mas os escolhidos… vão aparecer exatamente à hora certa, copo na mão e zero arrependimentos no horizonte.

O universo observa. O Karma também.

Paguem-nos finos

P’la Ordem Profética.

A Ordem Profética é, como sempre foi, a voz dos estudantes. Somos a expressão firme daquilo que sentimos, defendemos e e...
13/02/2026

A Ordem Profética é, como sempre foi, a voz dos estudantes. Somos a expressão firme daquilo que sentimos, defendemos e exigimos. Somos a voz da revolta consciente e da luta por aquilo que todos nós merecemos.
Uma coisa podemos garantir, nunca nos calarão.

A palavra dos membros da Ordem Profética da Universidade do Minho escuta-se em todos os cantos.Neste sentido,até mesmo e...
07/02/2026

A palavra dos membros da Ordem Profética da Universidade do Minho escuta-se em todos os cantos.
Neste sentido,até mesmo em outros continentes e nos climas mais desafiadores,como o grande deserto árido, lá está a aura profética.
Há sempre um Profeta, que movido por um propósito maior, não esquece o seu poder de exacerbar as virtudes dos povos.
Deste modo, um conjunto dos ilustres membros da Ordem Profética da Universidade do Minho dirigiu-se a um deserto, para tal e qual Elias, ao invés de sofrerem agruras, saíram revigorados.
Se virem o roxo, até mesmo num deserto,
Num futuro próximo, paguem-nos finos
P’la Ordem Profética da Universidade do Minho

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