Angola revela-se ao mundo através dos seus novos quadros.
É na geração, recém-saída das faculdades que visionamos internacionalizar as nossas competências, o nosso ‘savoir- faire’, os nossos produtos, as nossas marcas, o nosso ADN. Somos cada vez mais académicos, mais recém- licenciados e orgulhosos do seu Saber.
O uso do traje académico é um hábito secular iniciado pelos clérigos e adotado pelos estudantes, mas as transformações sucederam- se de acordo com os países, universidades e cursos que imprimiram mudanças pertinentes ao longo dos séculos.
Em Angola, o uso do traje académico é um costume adotado há algumas décadas. Contudo, não houve nenhuma alteração do modelo que ainda hoje é usado em Portugal. Atualmente, países como o Gana, Brasil ou a Nigéria têm modelos próprios porém, Angola continua a usar os mesmos trajes usados pelos académicos portugueses ou brasileiros.
Deparando com este cenário e criámos a marca Dyetu, que significa (nosso), para representar não só uma empresa, como também o nosso país, o nosso povo e o nosso sentir.
Um fator que perece nos trajes da Dyetu é a densidade têxtil do traje português que não se coaduna com as elevadas temperaturas de Angola e a falta de afirmação da nossa identidade.
No período em que vivemos, é extremamente importante afirmar-se culturalmente.
A afirmação identitária, o ADN Angolano, é o que a Dyetu tem para oferecer às universidades a aos estudantes Universitários, prendamos com um traje confeccionado com tecidos leves e confortáveis, adequado ao clima do país como resultado da nossa pesquisa e selecção criteriosa, usando padrões que refletem a história e cultura nacional.
—— O NOSSO ADN ——
Os modelos de trajes académicos desenvolvidos pela Dyetu, são resultado de uma pesquisa e selecção criteriosa de tecidos leves e arejados, usando padrões visuais que reflectem a história e a cultura nacional.
O Traje “Dyetu”
Capa: modelo típico nos trajes dos antigos Reis do Kongo e Ndongo (Norte de Angola). Com um ajuste aos tempos modernos. É um toque de contemporaneadade que se ajusta ao gosto de cada académico. Uma capa mais ajustada, mais acima, mais abaixo, personalizando o traje.
O Pensador: A célebre escultura do Leste de Angola, simboliza a sabedoria e independência.
Samakaka: Um padrão típico do Sul de Angola. Usamos o padrão nas gravatas.
—— OBJECTIVO FINAL ——
• Dar aos nossos académicos uma identidade própria com o seu traje.
• Contribuir para a economia do país na aposta da produção nacional.
• Diminuir os custos na compra dos trajes.