Afro-psicologia-ção

Afro-psicologia-ção A referida página foi criada no intuito de contribuir com conhecimentos relativos a psicologia demo

15/09/2021
14/08/2021

Sobonfú Somé (2007, p. 35), uma africana da tribo Dagara na região do atual país de Burquina Faso, relata como a relação da pessoa com a comunidade é profunda e necessária dentro da sua própria perspectiva étnica, que também está inserida na ancestralidade Niger-Congo: A comunidade é o espírito, a luz-guia da tribo; é onde as pessoas se reúnem para realizar um objetivo específico, para ajudar os outros a realizarem seu propósito e para cuidar umas das outras. O objetivo da comunidade é assegurar que cada membro seja ouvido e consiga contribuir com os dons que trouxe ao mundo, de forma apropriada. Sem essa doação, a comunidade morre. E sem a comunidade, o indivíduo f**a sem um espaço para contribuir. A comunidade é uma base na qual as pessoas vão compartilhar seus dons e recebem as dádivas dos outros. . A pessoa represenfísica, dentro de uma comunidade que também é espiritual, mental e física, que abarca os que por todas essas dimensões interdependentes pessoais e coletivas. Dentro da Psicologia tradicional euro-americana, quais são as dimensões que ela aborda ou se detém? la se detém principalmente com a esfera mental, poucas vertentes trabalham com a corporalidade, e outras, menos ainda, se preocupam com o espiritual. Muitas vezes, esta última esfera chega a -americana. Em termos da abordagem da ideia de comunidade, a Psicologia tradicional euro-americana lida com os viventes. Ela não dá conta da influência concreta dos antepassados e dos que ainda não nasceram como elementos presentes em espírito dentro da comunidade e que se comunicam por meio de rituais.
Simone Gibran Nogueira

○IRONIA DO SISTEMAS DE ENSINO●▫O que a história dada nas escolas te ensinam ou te ensinaram negro do continente africano...
16/07/2021

○IRONIA DO SISTEMAS DE ENSINO●

▫O que a história dada nas escolas te ensinam ou te ensinaram negro do continente africano?

▫A pergunta seria: quem nos governa afinal de conta, os africanos ditos sipaios modernos ou as multinacionais com pretos cobaias como líderes de partidos políticos?

▫Quando aguente vai p'ra escola, procurar saber da história da nossa civilização ou da nossa ancestralidade é lógico que a mesma ( neste caso a escola) há de nos emanar uma história deturpada acima de tudo ocidentalizada e já mais nos emanará armas de conhecimento de modo a fazermos frente ao sistema caviar dirigindo pela Unesco.

▫Se por acaso queremos apagar ou eliminar o sistema hipnótico implementado por eles (os agentes colonialistas) nos nossos subconscientes, devemos ainda hoje lutar com afinco de modo a destruímos o sistema ra***ta dirigida pelas nações da cor do dólar maquiadas com as cores da bandeira do universalismo humanista.

▫Hoje entendemos que afinal de conta a Unesco é um autêntico órgão ra***ta principal causador do epistemicídio sociocultural e espiritual do povo negro.

▫É a mesma que cria leis que impossibilita revogar e defender a nossa herança cultural deixada pelos nossos divinos ancestrais.

▫ Entendemos também que é por causa da influência psicológica colonialista que o povo africano viveu durante 5 séculos que hoje o africano não sabe que é africano! Está perdido na ilusão de ser um ser planetário.

▫Contido desde a revolução industrial f**amos duas décadas sentados na carteira da escola só a esquenra-las e no final nada aprendemos; a não ser decorar o que os ancestrais dos opressores os senhores (escravagistas) fazeram e elevar o Ego bem como ser branco no preto que ironia os pretos querem ser brancos e os brancos estendem-se ao sol p'ra serem pretos que pacôvidade.😢😢😢




África vive✊✊

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....☆16/07/2021☆.....

Atenciosamente:
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↪J.M. Citekulo ↩

Um bom assunto p'ra  se ter atenção ✊✊
14/07/2021

Um bom assunto p'ra se ter atenção ✊✊

Cordiais saudações ilustres, amantes e simpatizantes desta Página Sola Psicologia, e por conseguinte estudantes, iniciante e profissionais da Psicologia.
Sejam todos bem-vindos!

Hoje temos um assunto pouco abordado, conhecido por alguns, e por muitos consideramos ter um conhecimento impírico ou superficial sobre o mesmo...!

Tu já ouviu falar de Hipersexualidade? O que é? Quais as causas? Formas de tratamento? Sim ou não!? Então viaje connosco nessa abordagem.
A hipersexualidade é um transtorno sexual caracterizado por desejos descontrolados e prática sexual elevada que pode causar graves problemas na vida do indivíduo. Classif**ada em dois pontos, primário ou secundário, quando surge na ausência de uma outra patologia, ou uma enfermidade de base.

A hipersexualidade é um problema sério. Podendo afectar a vida pessoal e profissional de que sofre com esse transtorno.
Como causas diagnosticadas, podemos referir alterações genéticas que aumenta a produção de ocitocina, conhecida como o hormônio do Amor, esta que é responsável entre outras coisas, pelo desejo sexual.
Estudos recentes dão a entender que, pessoas com hipersexualidade, os genes que regulam a ocitocina actuam de modo diferente, estimulando a produção excessiva do hormônio.
Em negrito e com alguma atenção, a origem do problema pode estar associado a vícios. Alguns pesquisadores relacionam indivíduos com hipersexualida a pessoas alcoólatras.

Quais os sintomas?
Trata-se de um vício com diversos sintomas como:

Sintomas Compulsivos
Sintomas obsessivos
Sintomas impulsivos.

Alguns sinais de hipersexualidade:
- A prática sexual excessiva.
- Fracasso em controlar a compulsão.
- Estender a duração e a intensidade do s**o.
- Insatisfação sexual constante.
Tratamento
Em primeiras instâncias, é aceitação e reconhecimento por parte do indivíduo, para procurar um profissional da área psicológica. Lembrando de que, quando o indivíduo, reconhece e aceita procurar a ajuda de um profissional da área, aí começa o processo de tratamento, outros sim, digamos cura!!

Psicologia Cultural
21/06/2021

Psicologia Cultural

A GUERRA ENTRE QUILENGUES (OVACILENGUE) E OS YAKA DO MAGREBE
Conheça a história de QUILENGUES....
Terras de aquém e além Cunene existia um império onde todos viviam felizes, isto nos anos já ido.

Nas terras de aquém e além Cunene existia um império onde todos viviam felizes. As pastagens abundavam e o grande rio ajudava as sementes do sorgo e do massango a reproduzirem-se em abundância. O império começava nas terras dos Ovacthenge Muso, os humbes autênticos, a quem Augusto Bastos chamou os quilengues de raça pura. E estendia-se até aos confins da terra, onde começavam os desertos.
Os pastores seguiam os seus rebanhos cantando “ndili p’otyiavo tyongombe, hinkhi ondyala”: estou junto à teta da vaca, não morro de fome. As donzelas viviam os dias colhendo frutos e entoando suas canções alegres. Os caçadores tinham tanta caça que usavam flechas com ponta de cera e nunca falhavam o tiro. O império de Matamam era a terra bem amada.
Um dia de sol ardente, Ondyelwa subiu a uma frondosa e gigantesca omu-tya para colher frutos maduros. E lá do alto da árvore viu um grande exército aproximar-se. Os guerreiros vestiam peles, eram os temíveis Yaka, com o general Zimbo à frente. A donzela correu para a ombala e deu a notícia. O guerreiro Yaka percorreu África desde o Magrebe até ao Cabo da Boa Esperança. Um dia chamou os seus companheiros de armas e decidiu partir em direcção ao norte. Chegou ao império de Matamam quando os camponeses colhiam o massango e o gado estava gordo e luzidio.
Segundo os cronistas, os Humbes são filhos do Evale e eram Ambós. Perderam a sua independência quando o guerreiro Zimbo atacou com suas flechas e lanças com pontas de ferro. Nos últimos momentos antes da queda do império, o rei de Matamam mandou o povo preparar-se para o combate, mas as flechas dos guerreiros tinham pontas de cera, não faziam sangue nem roubavam vidas. Os guerreiros de Zimbo vinham armados com lanças e flechas com pontas de ferro. E em breve ruiu o império da abundância. Ainda houve alguma resistência por parte dos caçadores de Sokovala e Musandji, no Impulu, mas também estes foram derrotados pelos Yaka.
Do império em ruínas nasceram dois grandes reinos: Huíla ou Muíla e Lu-Nkumbi. O historiador Cadornega também chama Hila à Huíla ou Muíla. Em breve regressou a prosperidade aos novos reinos e o povo vivia feliz. As donzelas não queriam casar com a floresta, mas também não se submetiam aos rapazes vaidosos e arrogantes. E nas suas brincadeiras cantavam: “katuliheke omalunda/n’om’ovipembe mulimwa/ katuliheke ovakwendye/n’op’onombwale palalwa”: não nos deixamos seduzir por terrenos fortes/em terra arenosa também se cultiva/não nos deixamos seduzir por rapazes novos/com velhos também podemos casar.
Os reis Kanina e Gonga fizeram do reino da Huíla um paraíso onde nem nos anos mais difíceis havia fome. O reino de Lu-Nkumbi era governado pelo grande Humbi-Inene, o sábio. O povo vivia feliz. Depois subiu ao trono o rei Ngonga Kahangu, que também conduziu os assuntos do reino com muita sabedoria. Ele foi o iniciador de uma linhagem de Sobas Grandes do Sul que governaram o reino com inteligência e ponderação. O rei foi proclamado pelos seus vassalos como um homem de bom coração: “una omutima omuwa”.
Durante muitos anos, os reis conseguiram evitar a guerra nos seus domínios. Este reino ia desde o Cunene às margens do Caculuvar, o paraíso da caça grossa, onde abundava a mansa gunga.

A grande desgraça nestes reinos não foi a guerra. Um dia os jovens Quipungos e Quilengues-Humbe partiram do seu chão, deixando o gado à sua sorte. Até cometeram o sacrilégio de vender vacas cobertas. Foram à procura das terras onde era sempre dia, mesmo quando a noite estava longe da madrugada. Partiram aos milhares para Benguela e Lobito, onde apenas existe o sal e o mar. Outros foram para o Lubango, a cidade guardada pelas alturas da Chela. Ou chegaram ao deserto, no Namibe. Os pastores passaram a ser pescadores e assim se deu o segundo fim do império de Matamam.
Fonte: Jornal de Angola

Endereço

Aeroporto
Lubango

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