Empower a Woman

Empower a Woman "Empower a Woman" é um projeto que têm como objetivo levar informação sobre o feminismo, principalmente para mulheres. Sejamos unidxs e empoderadxs �

Linguagem neutra  Português é uma das línguas que não respeita a pluralidade de gêneros, e apesar de ser algo muito rece...
28/05/2019

Linguagem neutra

Português é uma das línguas que não respeita a pluralidade de gêneros, e apesar de ser algo muito recente, é extremamente necessário, porque assim pessoas que não se identificam nem como "a" ou "o/e" possam ser representados e respeitados, sem causar desconforto pra ninguém.
Como qualquer coisa nova, ainda está em fase de aceitação e adaptação, e ainda causa controvérsias. Tem muita gente que, ao adotar a linguagem neutra, substitui "a, o, e" por "x" ou "@", mas acabam dificultando a leitura para quem tem dislexia, e tradutores de pessoas surdas, pois muitas vezes não se entende, e quando entende, não consegue traduzir, pois são letras que não tem pronúncia sozinhas. Por isso, quando possível, trocamos por "e". Muitas vezes eu (EU) acho complicado a substituição por "e" (ex: eles), e uso o "x", mas uma saída é procurar o uso de palavras neutras por si só, principalmente quando se refere a um grupo de pessoas, e quando não escrevemos para alguém específico. O Empower a Woman por exemplo, normalmente eu escrevo para/de mulheres, então uso o feminino, mas quando estou me referindo a pessoas no geral, não sei quem vai atingir (e é chato até mesmo ter que colocar tudo no masculino, que é o que normalmente fazemos, ou ter que usar "os/as"), e é onde uso a linguagem neutra.
É importante entendermos essas adaptações que criamos, pois são sempre importantes e inclusivas, para não causarmos um desconforto desnecessário a ninguém.

Criminalização da homofobia  Nesta quinta-feira, 23 de Maio, o STF (Supremo Tribunal Federal) retornou a análise de crim...
25/05/2019

Criminalização da homofobia

Nesta quinta-feira, 23 de Maio, o STF (Supremo Tribunal Federal) retornou a análise de criminalização da homofobia, e com 6 (de 11) votos, a homofobia agora é crime de racismo, até que o Congresso Nacional legisle o assunto. Votaram a favor Luiz F*x, Celso de Mello, Rosa Weber, Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes.
A criminalização está sendo debatida desde 13 de Fevereiro de 2019, e no dia 22 o Deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) aproveitou a Câmara dos Deputados para dar seu testemunho. Com a bíblia (que diz ele ser um livro de utilidade pública) na mão e lendo passagens (o Estado não era Laico??), Isidório declara ser “ex-gay”; que a homofobia, se criminalizada, poderia confiscar as bíblias e resultar numa inversão de valores e guerras (???); e que havia dado entrada no projeto do Dia do Orgulho Heterossexual, para mulheres e homens criados por Deus. Isidório acaba seu discurso dizendo que nossa obrigação é respeitar a “opção sexual” de cada um, “todavia, ser heterossexual é coisa de Deus, é bom e é agradável a Deus, se não a humanidade está exterminada.”.
Diante de uma fala homofóbica dessas, não é necessário fazer muitas colocações, mas que é dever de todos lutar contra a homofobia; se esse é o pensamento de um Deputado (e do Presidente), uma pessoa política e influente, imagina (ou não) os ideias de quem ta aqui fora. Ou seja, não adianta comemorar a criminalização da homofobia mas não corrigir seu amigo homofóbico, aquela piada transfóbica do tio, ou carregar x amigx LGBT como chaveirinho de desconstruídx.

Nas fotos:
1- Coração envolto pela bandeira de representatividade LGBT, com a frase "Amor es amor" (amor é amor)
2- Mão fechada com as cores da bandeira LGBG, representando a luta e resistência
3- Palavra "HUMAN" (humano) com as cores das bandeiras de representatividade LGBT
@ Campinas, Sao Paulo

Transfeminismo  Antes de tudo, para falar de Transfeminismo, precisamos esclarecer alguns pontos de sexualidade e etc.Ci...
21/05/2019

Transfeminismo
Antes de tudo, para falar de Transfeminismo, precisamos esclarecer alguns pontos de sexualidade e etc.

Cis gênero: é aquelx que se identifica com o seu gênero atribuído ao nascimento. Se eu nasci com uma va**na, me é imposto que sou mulher, e eu me aceito assim (não quer dizer que uma mulher cis aceita o machismo que sofre).
Transgênero: termo “guarda-chuva”, engloba travestis, transexuais, não-binários, e todxs aquelxs que não se identificam com o gênero de nascimento.
O prefixo “trans” pode ser definido como “do outro lado”, ou seja, está além do seu gênero. Mulheres que nascem num corpo masculino, homens que nascem num corpo feminino, e ninguém se sente confortável naquele corpo, órgão, aparência, e papel social pré-designado.
Orientação sexual: desejo sexual de cada indivíduo (hétero. bi, homo, etc). Trans podem ser hétero, bis, g**s, agêneros, etc.

Agora que já estamos entendidos, podemos falar da luta das mulheres trans, e em como é triste ver o feminismo excluindo irmãs.
A transsexualidade só foi deixou de ser tratada como doença mental pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em junho de 2018!! Ou seja, há menos de 1 ano atrás, ser trans era considerado doença.
90% da população trans está na prostituição, por não ter oportunidade na área de trabalho, e quando tem, são em cargos com baixa remuneração, sem benefícios, direito de crescimento e são diariamente humilhadas.
Mulheres trans são as principais vítimas de crimes bárbaros, levando a uma expectativa de vida de 35 anos, enquanto a média nacional é de 75 (IBGE 2019).
De toda a população LGBT, pessoas trans correm mais risco de suicídio.
O Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos transsexuais. 868 entre 2008 a 2016, 163 em 2018, sendo que 83% dos crimes são cruéis (Transgender Europe- TGEu).
A troca de nome e gênero na certidão de nascimento e afins só foi regulamentada em Junho de 2018 (no Brasil).

Mulheres trans têm de se provar mulher 4x mais; têm de lutar pelo direito de usar um banheiro público; lutar pelo direito de ocupar o espaço público; lutar pelo direito de ocupar um cargo profissional; lutar pelo direito de ser chamada como quiser, de ser quem é.
Têm de passar pela transfobia, homofobia, machismo, racismo; de não poder ser um homem e não poder ser uma mulher. De ser expulsa de casa por não se sentir bem consigo mesma, não ser ela naquele corpo, pela disforia (um sentimento de prisão no corpo que não é seu, uma discordância entre o s**o e o sentimento interno).
E já é triste demais mulheres trans não serem aceitas em casa, no trabalho, no banheiro, no bar, na escola, na faculdade, na família dx namoradx, pelx namodx, na tv, nas notícias, nas filas, nos bancos; mas também não serem aceitas no refúgio de todas as mulheres: o feminismo.

Apesar dos recortes, estamos todas na m***a, porque excluir? Demos as mãos e vamos juntas; tentando e entendendo, se ajudando, se apoiando e tropeçando, a luta é de todas nós, e todas nós queremos (e vamos) vencer, mas isso só acontece se formos juntas.
Recortes são importantes SIM, mas não tem coisa mais triste do que ver mana excluindo outra por puro feminismo branco burguês cis e cego. Vamos abrir os olhos e dar as mãos, precisamos umas das outras mais do que nunca

Feminismo e suas vertentes: LesbofeminismoO lesbofeminismo é uma parte do feminismo radical, nascido na segunda onda do ...
11/03/2019

Feminismo e suas vertentes: Lesbofeminismo

O lesbofeminismo é uma parte do feminismo radical, nascido na segunda onda do feminismo. Tido como uma consequência histórica, o LesboFem foi o caminho que as mulheres lé***cas encontraram para se desprender do movimento gay (pois, além de homofobia, têm de lidar com o machismo), e do feminismo de mulheres hétero, já que elas acabam não incluindo as questões do lesbianismo na luta. Muitas mulheres vêem o lesbianismo como uma forma de comprometimento para com o RadFem.
Esse é um dos motivos de que feministas são, constantemente, associadas ao lesbianismo. O senso comum coloca toda feminista radical como lé***ca, pois o lesbianismo está ligado ao radicalismo. Além de ser visto como errado aos olhos da sociedade patriarcal e conservadora, mulheres lé***cas são consideradas uma ameaça aos homens héteros, é incômodo ao sistema, vai contra tudo ao que somos condicionadas; assim como o feminismo, em especial o radical.
O LesboFem luta contra o patriarcado, sexismo, imposição de sexualidade, homofobia, machismo, padrão de beleza e da família tradicional. O pornô é uma dos maiores brigas do movimento, pois é comum que mulheres lé***cas sejam estupradas e violentadas nas ruas, porém, na internet, o termo “lé***ca” é o mais procurado, e o maior fetiche dos homens héteros. As mulheres são constantemente punidas por sua sexualidade, e ao mesmo tempo erotizadas. Além de ser machista, é extremamente homofóbico (sem falar da hipocrisia). ♀️💪

Anarcofeminismo:Assim como o anarquismo, o anarcofeminismo se opõe a todo tipo de hierarquia, defendendo uma sociedade l...
10/03/2019

Anarcofeminismo:

Assim como o anarquismo, o anarcofeminismo se opõe a todo tipo de hierarquia, defendendo uma sociedade livre de líderes, em que cada pessoa seja autônoma e independente sobre suas vidas e corpos.
O anarcofeminismo surgiu na segunda onda do feminismo, no final dos anos 60, e acredita que homens também sofrem com a dominação do capitalismo e do estado, porém que a mulher é a mais explorada. Somos condicionadas ao trabalho doméstico, sem valor econômico e social, tendo que assumir uma carga de trabalho tripla (trabalho formal, doméstico e filhos, que somos quase que obrigadas a tê-los).
Apesar de apontar o patriarcado como a principal fonte para a desigualdade de gênero, o anarcofeminismo acredita que direitos conquistados dentro de uma sociedade capitalista dão uma falsa ideia de liberdade, pois só serão aproveitados pela classe dominante. ♀️💪

Grandes nomes do anarcofeminismo: Emma Godman, Voltaire de Cleyre e Maria Lacerda de Moura.

"Meu corpo, minhas regras"

Feminismo e suas vertentes: Feminismo marxista Para entender o feminismo marxista precisamos, antes de tudo, saber quem ...
09/03/2019

Feminismo e suas vertentes: Feminismo marxista

Para entender o feminismo marxista precisamos, antes de tudo, saber quem foi Marx. Não irei me estender no assunto, pois a vida do sociólogo não é o principal ponto aqui, mas explicarei de forma resumida.
Karl Marx é um dos grandes “heróis” do socialismo. O alemão viveu na época de 1800 (1818-1883), estudou direito e, mais tarde se interessou por ciências sociais, economia e política, publicando sua maior obra, em 1867, “O Capital”. Marx sustentava a ideia de que a sociedade progride através da luta de classes, e ia contra a economia capitalista.
“Se a classe operária tudo produz, a ela tudo pertence”

Karl Marx

Agora que temos uma base, podemos discutir o feminismo marxista.
Nessa linha, acredita-se que o trabalho é o centro de tudo. Não se pode pensar em gênero, raça e sexualidade sem pensar na raiz. Nesse caso, o trabalho, que leva às classes sociais.
Não que o capitalismo em si seja o principal causador do machismo e opressão, mas ele se apropria dessa condição, para que seja conservado. Exemplo: o Dia Internacional da Mulher, ao invés de ser uma data para manifestos e reflexão de como estamos e onde chegamos, nem mesmo aprendemos sobre. É apenas uma data para o comércio, em que lojas querem vender e aproveitam para fazer MAIS dinheiro (enquanto mulheres ganham menos que homens, para exercer o mesmo cargo).
E, falando em trabalho, enquanto mulheres brancas de classe média trabalham fora, o serviço doméstico, feito quase que apenas por mulheres, passa de uma para outra. Enquanto umas estão ocupando cadeiras de empresas, outras estão fazendo esse serviço. O que o feminismo marxista indaga é essa diferença. E as mulheres negras? As pobres, as trans, imigrantes. Não somos todas mulheres? Não temos todas direitos iguais? ♀️💪

Na segunda foto, Karl Marx.

Origem do dia 08 de MarçoApesar de o incêndio na fábrica têxtil em Nova York, em 1911, ter sido um grande marco históric...
09/03/2019

Origem do dia 08 de Março

Apesar de o incêndio na fábrica têxtil em Nova York, em 1911, ter sido um grande marco histórico, não foi o motivo do dia 08 de Março. Na revolução industrial, as mulheres ganharam seu lugar no mercado de trabalho, porém de forma exploradora e desumana (o trabalho infantil e longas jornadas de trabalho eram comuns. As mulheres chegavam a trabalhar 16 horas por dia, de segunda a segunda), e cansadas dessas condições, 1500 operárias se reuniram em Maio de 1908, nos EUA (Estados Unidos da América). O dia ficou conhecido como Dia Nacional da Mulher.
Em 1909, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data em 28 de Fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de NY. Mais tarde, em 08 de Março de 1917 (23 de Fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), 90 mil operárias foram às ruas russas, protestando contra o Czar Nicolau II, a participação na guerra, a fome e as péssimas condições de trabalho. A marcha ficou conhecida como “Pão e Paz”, e foi um dos gatilhos para o início da Revolução Russa. Somente em 1945, a ONU (Organização das Nações Unidas) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre gêneros, e em 1977, o dia 08 de Março foi reconhecido pela ONU. ♀️💪 Tradução da foto:
"Nós somos as netas das bruxas que vocês não conseguiram queimar"

Feminismo e suas vertentes: Feminismo interseccionalO feminismo interseccional reconhece que há grupos dentro do movimen...
07/03/2019

Feminismo e suas vertentes: Feminismo interseccional

O feminismo interseccional reconhece que há grupos dentro do movimento, e que cada um tem de lidar com camadas variadas.
O termo “interseccional” já existia, mas foi associado ao feminismo pela professora americana Kimberlé Crenshaw, em 1989.
Apesar de já estar presente há algum tempo, o intersec ganhou visibilidade há poucos anos, e ainda confunde muita gente. Basicamente, seu conceito é entender que há recortes dentro da sociedade, e que temos que ter empatia e respeito por cada um.
Exemplos: mulheres negras, sofrem com o machismo + racismo; lé***cas, machismo + homofobia; trans, machismo + transfobia; gordas, machismo + gordofobia; e etc.
Não significa que a luta de mulheres brancas e/ou burguesas têm de ser desconsideradas, mas temos que reconhecer nossos privilégios, incentivar a sororidade e respeito.♀️💪

O Feminismo e suas vertentes: Feminismo liberal (LibFem)O LibFem, muito criticado nos dias de hoje, é visto por muitas m...
06/03/2019

O Feminismo e suas vertentes: Feminismo liberal (LibFem)

O LibFem, muito criticado nos dias de hoje, é visto por muitas mulheres como uma armadilha do capitalismo e patriarcado.
Muito confundido, o “liberal” do termo pode ser visto como liberdade, mas na verdade está ligada à economia do liberalismo. Teve sua ascensão no iluminismo (século XVIII), e apesar de seguir uma ideologia de liberdade, sua essência é individualista, e desconsideraram as mulheres grande parte do tempo (além de ter nascido em berço branco, burguês e patriarcal). Foi nessa época que o feminismo nasceu, sendo assim o LibFem associado ao direito de voto.
Quando o feminismo marxista surgiu, levantou essa questão, e conforme outras vertentes foram se desenvolvendo, as análises vão se aprofundando. Nesse momento percebemos que teorias elaboradas inicialmente por homens são parciais e excludentes (assim como é caso do LibFem). Ele desconsidera que as estruturas sociais, de alguma forma nos condiciona e limita. ♀️💪

Feminismo e suas vertentes: Feminismo negroQuando o movimento feminista surgiu, foi, em sua maioria, entre mulheres bran...
06/03/2019

Feminismo e suas vertentes: Feminismo negro

Quando o movimento feminista surgiu, foi, em sua maioria, entre mulheres brancas e de classe média, e mulheres negras eram constantemente ignoradas, quando elas têm de enfrentar o machismo e racismo.
No Brasil, o feminismo negro começou na década de 80, com o surgimento de coletivos e nomes como Lélia Gonzales, Núbia Moreira e Sueli Carneiro tomando a frente.
A discussão foi e é importante pois, além do racismo + machismo, elas sofrem com o sistema de classes sociais, fazendo com que sejam as que mais morrem em abortos clandestinos e, quando sobrevivem, as mais indiciadas criminalmente. São as que mais sofrem violência obstétrica e maiores vítimas de violência doméstica, sendo 60% das estatísticas de mortes por feminicídio.
Portanto, é importante entender que, mesmo sofrendo o machismo, há grupos que carregam essa opressão combinada à outra, e empatia é sempre importante! ♀️💪

Feminismos e suas vertentes: Feminismo Radical (RadFem)Umas das vertentes mais polêmicas, o RadFem coloca a mulher no ce...
05/03/2019

Feminismos e suas vertentes: Feminismo Radical (RadFem)

Umas das vertentes mais polêmicas, o RadFem coloca a mulher no centro, e o patriarcado como fonte de opressão. Sendo assim, a mulher é oprimida de qualquer maneira, sendo ela já empoderada ou não. Por esse motivo que, no feminismo radical, é necessário combater a construção de gêneros e s**os, que é o que coloca a mulher numa posição inferior.
O RadFem é muito criticado pois, algumas posições tomadas tendem ao extremismo, mas é necessário entender que a luta das mulheres vem de décadas, e ainda hoje o machismo e opressão estão fortemente presentes em nosso meio. Já vimos que conversar e agir pacificamente não nos faz ser ouvidas, por isso, às vezes, é necessário atrair a atenção de outras formas, para que o assunto em questão seja visto, ouvido e realmente discutido.
Dentro da vertente, há mulheres que acham acreditam que seja impossível se relacionar com homens, pois ele, por si só, já é opressor. Outras, as TERFs (feministas radicais trans-excludentes), excluem as mulheres trans da causa.
O importante é sempre ter em mente que, em cada vertente de qualquer movimento político, terão pessoas com pensamentos e atitudes diferentes, mas com o mesmo ideal. Por isso,cuidado com as generalizações! ♀️💪

Importantes pensadores do RadFem: a filósofa Simone de Beauvoir, a escritora Andrea Dworking e a jurista Catherine MacKinnon.

Nas fotos:
1- "que queimem o patriarcado, a misoginia, a falta de empatia, a ignorância, que ardam!"
2- "mulheres irritadas vão mudar o mundo"

Conceito do feminismo:Ao contrário do que muita gente pensa, feminismo não prega a superioridade feminina. O femismo tem...
03/03/2019

Conceito do feminismo:

Ao contrário do que muita gente pensa, feminismo não prega a superioridade feminina. O femismo tem um significado totalmente diferente do feminismo, tratando-se de uma ideologia baseada num regime onde a mulher está numa posição dominante. O feminismo luta por igualdade e equidade (foto explicativa) de gêneros, a quebra do sexismo, machismo, e do patriarcado (sistema social em que homens predominam em funções políticas, jurídicas, sociais, controle de posses e propriedades, privilégios sociais e autoridade sobre mulheres e crianças). Então, antes de se dizer contra o feminismo, pare e pense na sua ideia de sociedade ideal e senso de justiça. Talvez você seja mais adepto à luta do que imagina. 😉♀️💪

Endereço

Campinas, SP

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