LANEF UFMT - Liga Acadêmica de Nefrologia

LANEF UFMT - Liga Acadêmica de Nefrologia A Liga Acadêmica de Nefrologia (LANEF) é uma entidade sem fins lucrativos, organizada por acadêmicos do curso de Medicina da UFMT.

04/10/2018

Tempo de leitura: minutos. A cistite é um tipo de infecção urinária causada geralmente pela bactéria

É com imensa felicidade que a LANEF vem prestar homenagem ao Dr. Victhor Severino e a Dra. Camilla Peres Bruder. Hoje oc...
29/08/2018

É com imensa felicidade que a LANEF vem prestar homenagem ao Dr. Victhor Severino e a Dra. Camilla Peres Bruder. Hoje ocorreu sua colação de grau, fim de um ciclo longo e importante e início de uma bela carreira. Victhor fora um dos fundadores de nossa liga, ajudou a estrutura-lá, foi um dos idealizadores do primeiro simpósio de nefrologia da UFMT, além de contribuir grandemente para as demais atividades da liga, que abrangem as áreas de pesquisa, ensino e extensão. Fomos gratificados, como se já não o tivesse realizado durante sua permanência na liga, com mais um gesto de gentileza e grandeza de sua parte com a entrega de convite a sua formatura, demonstrando seu carinho e importância para com a LANEF. Nós lhe agradecemos por tudo e estamos todos torcendo por vocês. Gostaríamos de estender essas palavras a Dra. Camilla, que igualmente participara da construção da LANEF e demais feitos, igualmente lhe desejamos sucesso e agradecemos pela dedicação!!!

A liga acadêmica de nefrologia da UFMT, em parceria com a sociedade brasileira de Nefrologia esteve hoje na praça alenca...
09/03/2018

A liga acadêmica de nefrologia da UFMT, em parceria com a sociedade brasileira de Nefrologia esteve hoje na praça alencastro prestando serviço a comunidade, informando sobre doenças renais e suas manifestações, além de aferir pressão arterial da população. Hoje é o dia mundial do rim, assim como o dia das mulheres. Por isso, o tema desse ano foi: a mulher e a doença renal.

Dia 08/03 será comemorado o Dia Mundial do Rim!Em parceria cm a SBN, a Lanef convida a todos para participar do evento e...
07/03/2018

Dia 08/03 será comemorado o Dia Mundial do Rim!
Em parceria cm a SBN, a Lanef convida a todos para participar do evento educativo que será realizado a partir das 8:00 hrs na Praça Alencastro, e às 19:00 teremos a 3° CORRIDA DO DIA MUNDIAL DO RIM!
Venha participar conosco!!!

Amanhã dia 08/03 será comemorado o Dia Mundial do Rim! E o foco da campanha da SBN desse ano é a Saúde da Mulher! Em par...
07/03/2018

Amanhã dia 08/03 será comemorado o Dia Mundial do Rim! E o foco da campanha da SBN desse ano é a Saúde da Mulher!
Em parceria cm a SBN, a Lanef convida a todos para participar do evento educativo que será realizado a partir das 8:00 hrs na Praça Alencastro, e às 19:00 teremos a 3° CORRIDA DO DIA MUNDIAL DO RIM!

Venha participar conosco!!!

9 FATOS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A DOENÇA RENAL CRÔNICA:1. A doença renal crônica é definida como taxa de filtração ...
14/08/2017

9 FATOS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A DOENÇA RENAL CRÔNICA:

1. A doença renal crônica é definida como taxa de filtração glomerular (TFG) < 60 mL/min/1,73 m² ou evidência de dano renal como albuminuria ou achados anormais em exames de imagem com pelo menos três meses de duração;

2. Em países de renda média e alta, cerca de 1 em cada 10 pessoas tem DRC, principalmente causada por diabetes, hipertensão ou glomerulonefrite;

3. A prevalência varia de acordo com a etnia e os índices socioeconômicos, com grupos desfavorecidos desproporcionalmente afetados;

4. Os sintomas geralmente não são específicos até que o DRC seja avançado;

5. O diagnóstico é feito com base em estimativas de TFG e fisiopatologia como esclerose glomerular, atrofia tubular e fibrose intersticial encontrada na biópsia renal;

6. Complicações da DRC incluem anemia, doença óssea e aumento do risco de doenças cardiovasculares e câncer;

7. A morte prematura é até dez vezes mais provável do que a necessidade de diálise;

8. Pessoas com DRC têm qualidade de vida diminuída e condições socioeconômicas mais pobres à medida que a DRC progride;

9. Os serviços de saúde para a DRC estão mudando para se concentrar em recompensar a realização anterior de melhores resultados dos pacientes, em detrimento da prestação de serviços para DRC avançada.

Fonte: WEBSTER, A. et al. Chronic Kidney Disease. . Acesso em: 14 ago. 2017.
http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(16)32064-5

12/08/2017

O paciente com insuficiência renal pode fazer uso de Metformina?

A FDA determinou a revisão dos dizeres de rotulagem de medicamentos contendo metformina para indicar que esses produtos podem ser usados com segurança em pacientes com insuficiência renal leve a moderada.

O parâmetro laboratorial atualmente utilizado para a avaliação da função renal é a creatinina sérica e deve também ser substituído pela taxa de filtração glomerular (TFGe) que proporciona uma melhor estimativa da função renal.

Essa superioridade da taxa de TFGe deve-se ao fato de que, em comparação com o nível sérico de creatinina, a TFGe também leva em consideração importantes parâmetros adicionais, tais como idade do paciente, gênero, raça e/ou peso corpóreo. A fórmula de Cockcroft-Gault pode ser usada para calcular a depuração plasmática de creatinina estimada, que por sua vez faz uma estimativa da TFGe:

As recomendações de rotulagem sobre como e quando a função renal deve ser medida em pacientes que recebem metformina deverá incluir as seguintes informações:

Antes de iniciar tratamento com metformina é importante conhecer a taxa estimada de filtração glomerular;
A metformina somente está contraindicada em pacientes com a TFGe inferior a 30 mL/min/1,73 m2.
O uso da metformina não é recomendado em pacientes com a TFGe entre 30-45 mL/min/1,73 m2.
Realizar a avaliação da TFGe pelo menos anualmente em todos os pacientes tratados com metformina. Em pacientes com aumento de risco de comprometimento renal, como os idosos, a função renal deve ser avaliada mais frequentemente.
Em pacientes tratados com metformina cuja TFGe caia abaixo de 45 mL/min/1,73 m2, recomenda-se avaliar os riscos e benefícios da continuidade do tratamento. Suspender a metformina se esse resultado estiver abaixo de 30 mL/min/1,73 m2.
Suspender o tratamento com metformina antes de submeter o paciente a procedimentos de imagens com o uso de contrastes iodados em pacientes com TFGe entre 30-60 mL/min/1,73m2; em pacientes com história de doença hepática, alcoolismo, ou insuficiência cardíaca; ou em pacientes que receberão o contraste iodado via intra-arterial. Reavaliar a TFGe 48 horas após o procedimento de imagem; reiniciar a metformina se a função renal for estável.
Autor: Dr. Luiz Turatti

10/08/2017

Depois de beber alguns copos de água em um dia quente, você nem se dá conta de todo o caminho que percorrerá esse líquido ingerido. Por trás dessa verdadeira odisseia estão dois órgãos em forma de feijão que trabalham como sensores internos, os rins. Esse vídeo detalha como os rins são incríveis em equilibrar a quantidade de líquido do nosso corpo, detectar resíduos em no sangue, e saber quando reabsorver vitaminas, minerais e hormônios que você precisa para se manter vivo.

Créditos: TED-Ed

Hipertensão arterial sistêmica, também chamada de pressão alta, é caracterizada pela pressão arterial sistólica (em mome...
09/08/2017

Hipertensão arterial sistêmica, também chamada de pressão alta, é caracterizada pela pressão arterial sistólica (em momento de contração) maior ou igual a 140 mmHg (milímetros de mercúrio) e diastólica (de dilatação) maior ou igual a 90 mmHg. Ou seja, se a pressão estiver maior ou igual a 14 por 9, ela é considerada alta.

Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, a pressão alta acomete uma em cada quatro pessoas adultas no Brasil e está presente em torno de 5% das crianças brasileiras. Após os 60 anos de idade, estima-se que mais de 50% da população do país tenha pressão alta. Ela é responsável por 40% dos casos de infarto, 80% de derrames e 25% de insuficiência renal terminal.

A hipertensão atinge o coração, os rins, o cérebro e os vasos sanguíneos. Os vasos são recobertos internamente por uma fina camada que pode ser machucada quando o sangue circula com pressão elevada. Em longo prazo, isso pode ocasionar o endurecimento, estreitamento, entupimento e até o rompimento deles.

Entre as causas externas para essa enfermidade estão pré-disposição hereditária, idade (envelhecimento), etnia (negros são mais propensos a serem hipertensos) e peso (obesidade é um fator de risco). Falta de exercícios físicos, má alimentação, consumo excessivo de sal e de álcool, tabagismo e estresse são fatores internos que favorecem o desenvolvimento da hipertensão.

Na maioria das pessoas, a pressão alta não apresenta sintomas. Indivíduos com casos de hipertensão grave ou prolongada não tratada podem apresentar dores de cabeça, vômitos, falta de ar, agitação e visão borrada.

Por muitas vezes não apresentar sintomas, a pressão alta precisa ser diagnosticada corretamente. É preciso estar em repouso por 15 minutos antes da medição, preferencialmente com a bexiga vazia, e sentado durante o procedimento. Normalmente faz-se mais de uma leitura, com espaçamento de 1 ou 2 minutos entre elas.

Alguns casos devem ser descartados após um bom diagnóstico: a "hipertensão do jaleco branco" e a "hipertensão mascarada". O primeiro caso acontece quando o estresse decorrente de haver uma consulta médica acusa pressão alta em uma pessoa que, fora do ambiente hospitalar, apresentaria pressão arterial normal.

No caso da hipertensão mascarada, a média da pressão arterial que foi determinada por meio da MAPA (monitorização ambulatorial de pressão arterial) ou da MRPA (monitorização residencial de pressão arterial) está elevada. Mas a leitura da pressão feita em uma consulta médica é normal (Infoescola).

POR QUE AS MULHERES TÊM MAIS INFECÇÃO URINÁRIA QUE OS HOMENS? Mulheres adultas têm cerca de 50 vezes mais chances de adq...
21/07/2017

POR QUE AS MULHERES TÊM MAIS INFECÇÃO URINÁRIA QUE OS HOMENS?

Mulheres adultas têm cerca de 50 vezes mais chances de adquirir ITU (Infecção do Trato Urinário) do que os homens. Como a principal rota de contaminação do trato urinário é por via ascendente, a distância entre a região perianal e a uretra, o comprimento da própria uretra, a umidade natural da va**na e outros fatores ajudam a explicar essa discrepância entre a incidência nas mulheres e nos homens.

ITU é definida pela presença de bactéria na urina tendo como limite mínimo definido a existência de 100.000 unidades formadoras de colônias bacterianas por mililitro de urina (ufc/ml).
Os sinais e sintomas associados à infecção urinária incluem polaciúria, urgência miccional, disúria, alteração na coloração e no aspecto da urina, com surgimento de urina turva acompanhada de alterações no sedimento urinário, hematúria e piúria (>10.000 leucócitos/mL). É comum a ocorrência de dor abdominal em topografia do hipogástrio (projeção da bexiga)
e no dorso (projeção dos rins) podendo surgir febre.
A infecção urinária pode ser sintomática ou assintomática, recebendo na ausência de sintomas a denominação de bacteriúria assintomática. Quanto à localização, é classificada como baixa ou alta.
Na ITU baixa (cistite) a febre não é um sintoma usual, quando presente geralmente é abaixo dos 38ºC. A urina pode se apresentar turva, pela presença de piúria, e/ou avermelhada, pela presença de sangue, causada pela presença de litíase e/ou pelo próprio processo inflamatório.
A ITU alta (pielonefrite) se inicia habitualmente com quadro de cistite, sendo frequentemente acompanhada de febre elevada, geralmente superior a 38°C, associada a calafrios e dor lombar uni ou bilateral. Febre, calafrios e dor lombar formam a tríade de sintomas característicos da pielonefrite, estando presentes
na maioria dos casos. A dor lombar pode se irradiar para o abdômen ou para os flancos ou ainda, para a virilha, situação que sugere mais fortemente a presença de litíase renal associada.

Mais informações:

http://revista.fmrp.usp.br/2010/vol43n2/Simp3_Infec%E7%E3o%20do%20trato%20urin%E1rio.pdf

A infecção urinária é um problema muito comum no s**o feminino. 7 em cada 10 mulheres terão, ao menos, um episódio de cistite (infecção da bexiga) ao longo d...

JORNAL "FOLHA DE LONDRINA" FALA SOBRE DOENÇA RENAL CRÔNICAHoje, a Doença Renal Crônica já atinge 10% da população. Por i...
19/07/2017

JORNAL "FOLHA DE LONDRINA" FALA SOBRE DOENÇA RENAL CRÔNICA
Hoje, a Doença Renal Crônica já atinge 10% da população. Por isso, sua prevenção e diagnóstico precoce são tão importantes.
Nesta matéria do jornal "Folha de Londrina", do Paraná, a presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia, Dra. Carmen Tzanno, fala sobre o assunto.

http://www.folhadelondrina.com.br/saude/epidemia-mundial-doenca-renal-cronica-avanca-entre-a-populacao-981530.html

Aproximadamente 120 mil pessoas fazem terapia renal substitutiva no Brasil; hipertensão e diabetes são os principais fatores de risco

Hoje realizamos a primeira reunião, com intuito de educação continuada em associação com a Sociedade Mato-grossense de N...
07/07/2017

Hoje realizamos a primeira reunião, com intuito de educação continuada em associação com a Sociedade Mato-grossense de Nefrologia!!!

A primeira aula sempre é especial, dessa vez não foi diferente!!! O espaço desta primeira apresentação foi cedido à liga. O ligante Pedro Torres ministrou com exímia a aula de Necrose Tubular Aguda (NTA). Houve ampla discussão com especialistas e bastante aprendizado.

Gostaríamos de agradecer a SBN-MT na figura do Dr. Jose Alberto Kalil, atual presidente, pelo espaço e acolhimento. Esperamos que esta parceria permaneça sempre!!!

Endereço

Praça Alencastro 158
Cuiabá, MT

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