08/10/2020
Candidato a Reitor do IFSP/2020 - Prof. Rovílson
GESTÃO PARTICIPATIVA, DEMOCRÁTICA E HUMANIZADA
PROPOSTA DO PLANO DE GESTÃO
1. INTRODUÇÃO
A execução da proposta está estritamente ligada ao candidato e à sua formação formal e informal. Portanto, apresento-me a seguir (versão expandida ao final da Proposta do Plano de Gestão). É a partir da minha formação, que defendo uma gestão participativa, democrática e humanizada. Acredito que toda pessoa necessita ter a parte técnica bem desenvolvida, no caso dos servidores, não há dúvida da qualidade de todos/as, em relação aos estudantes: estão em formação. Gestão Participativa: por acreditar que o estímulo e os meios dados as pessoas devem ser amplos, objetivando a participação efetiva da comunidade: construindo coletivamente. Gestão Democrática: por acreditar que o desejo da maioria das pessoas, não somente de uma área, de um setor, de um curso, de um câmpus, do ensino, da pesquisa ou da extenão, deve prevalecer. A maioria deve ser inclusiva, independente de prefências ideológicas, afinal o ser humano, em sua essência, está em primeiro plano e no espaço público executamos tudo por meio de recursos advindos de todos/as, sem exceção. Gestão Humanizada: por respeitar os limites das pessoas, sempre dentro do que permite a legislação: diretos e deveres, pois sempre há um bom termo – e a legislação, Contituição Federal (CF) diz “todos são iguais”. Tudo com muito respeito e transparência. Todo trabalho realizado deve ser valorizado e o crescimento deve ocorrer da maneira mais igualitária possível entre todos os câmpus, é uma construção contínua e coletiva por toda a comunidade, sejam eles: Administrativos, Discentes, Docentes, Sociedade Civil, Sociedade Organizada e Funcionários Terceirizados. Afinal, o valor de uma vida, não difere de acordo com a cidade que mora ou estuda: toda pessoa conta com os 05 (cinco) sentidos. Logo, parece ser condição primária o respeito mútuo. Após o resultado de um pleito o vencedor ou vencedora deve ser Reitor ou Reitora de toda comunidade e não semente dos seus apoiadores previamente definidos ou a partir desta campanha. No caso desta proposta, os apoiadores emergem com ela, pois não articulei previamente. Se tivesse feito essa articulação antes, já não conseguiria honrar esta proposta, não estaria coerente. Uma de minhas bandeiras: que toda pessoa seja respeitada, afinal, todas são capazes. O que foi bom para mim ao longo da vida, desejo ao outro, o que foi ruim que morra em mim, ficando apenas as lições aprendidas.
2. APRESENTAÇÃO DO CANDIDATO
Professor do quadro permanente da Área de Gestão e Negócios do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de São Paulo desde 07/02/2011. Atuação no câmpus Suzano até 2013/1. A partir de 2013/3 no câmpus Hortolândia. Assessor Técnico em Educação para o Currículo de Referência em Adminsitração – desde 2020 (atual). Membro do NAPNE desde 2014. Membro do Colegiado de Curso e NDE do curdo de Engenharia de Controle e Automação – desde a concepção do curso, iniciado em 2020/1. Membro do colegiado do curso ADS (suplente) – mandato terminando em 2020/1. Membro da CEIC de informática, a partir de 2020/1. Membro do Comite de Pesquisa do Câmpus (atual – 2020/1). Atuação em comissões e projetos quando demandados ao longo do período. Membro do Conselho de Câmpus (CONCAM) 2017-2018. Presidente da CPA do IFSP – mandato concluído: 2 anos. Coordenador da Área de Gestão e Negócios do IFSP no Campus Suzano: 14/06/2012 a 15/08/2013 (eleito pelos pares). Curso de “Formação Pedagógica de Docentes para a Educação Profissional de Nível Médio” – “licenciatura” pelo IFSP. Doutor em Administração de Empresas pela FGV/EAESP. Mestre em Administração pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) e em Administração pela Universidade Anhembi Morumbi de São Paulo, também, especialista em Recursos Humanos pela Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP e MBA em Administração (CEAG) pela Fundação Getúlio Vargas - FGV/EAESP com parceira com a Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Trabalhou como professor e coordenador do curso de Graduação Tecnológica em Logística: modalidade presencial e a distância (EAD) da Universidade Metodista de São Paulo - UMESP, de agosto/2006 até julho/2013. Também, trabalhou por quase 18 anos para uma rede de lojas de varejo. Entre suas responsabilidades, em sua última função como Supervisor (Gerente Regional), estava o acompanhamento de 11 lojas do grupo, dentre outras atividadaes, de recursos humanos (gestão de pessoas), de mercadologia, de logística e de vendas. Foi avaliador de cursos para o Ministério da Educação (MEC): Basis nos Instrumentos de Avaliação para Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento de cursos – MEC/INEP/2010-2018. A formação continuada deste docente (candidato) não se encerra com este texto, referente a 18 anos no corporativo e a 14 anos com a educação: Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP). Esse processo se faz em diferentes contextos, com diferentes pessoas, de diferentes modos... “o caminho faz-se caminho no andar” (MORIN, 2003).
( Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/4986150624706990 )
3. APRESENTAÇÃO DO PLANO DE GESTÃO
Como apontado na subseção anterior, desta Proposta de Plano de Gestão, a formação do Gestor impacta em sua forma de administrar. Porém, destaco a seguir o que considero importante à Gestão do IFSP. Com minha experiência pessoal e profissional acredito que posso contribuir com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, juntamente com outros servidores/as, no qual trabalho por escolha, desde fevereiro de 2011, com início das atividades no câmpus Suzano. Mais tarde, a meu pedido, em 2013/2 consigo remoção para o câmpus de Hortolândia, a partir dai passo a Regime de Dedicação Exclusiva (RDE), situação atual – vivo na cidade de Limeira, onde estão meus familiares desde 1979. Se escolhido para o cargo de Reitor, posição temporária, me comprometo com a comunidade: Administrativos, Discentes, Docentes, Sociedade Civil, Sociedade Organizada e Funcionários Terceirizados:
1. receber todas as demandas;
2. analisar cada demanda recebida;
3. socializar as demandas recebidas com as pessoas, pró-reitorias e/ou órgãso colegiados;
4. dar devolutiva, das demandas recebidas, independentemente do seu teor – respeitando o trabalho do outro/a;
5. promover e intermediar as discussões acerca das demandas e juntamente com a comunidade, ou a parcela a que se referir o assunto, classificá-las quanto ao grau de prioridade, quando necessário;
6. prezar pelo coletivo, democraticamente, atendendo ao maior número de pessoas;
7. apresentar as demandas aos órgãos competentes, quando aplicável e buscar soluções;
8. tomar decisões consultando a comunidade, por meio dos órgãos colegiados institucionais e outros meios exequíveis-possiveis;
9. ser prudente, usar a lógica, privilegiar o coletivo e com equidade, ser ético nas tomadas de decisões, inclusive, quando a necessidade de uma decisão não permitir tempo hábil para consultar a comunidade: ações emergenciais;
10. socializar as comunicações e demandas apresentadas a toda comunidade, visando a atualização do planejamento para uma melhor execução das várias ações;
11. dar devolutiva das reuniões realizadas no COLDIR (Colégio de Dirigentes), no CONSUP (Conselho Superior) ou de outros encontros importantes à comunidade, por meio de comunicação institucional e/ou utilizando outra mídia possível, dependendo da complexidade e/ou da urgência. Sempre que for possível, transmissão ao vido dos eventos pela Internet;
12. levantar as possibilidades de melhorias junto a comunidade, como as relacionadas aos estudantes, a carreira dos servidores, a infraestrutura e a parte didático-pedagógica. Todas de igual importância, presentes no processo de ensino-aprendizagem, objeto maior do IFSP, e trabalhá-las nos momentos adequados – como de planejamentos;
13. contar com a participação da comunidade na construção do PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional), do PPP (Projeto Político Pedagógico) e de outros documentos;
14. representar o IFSP e o desejo da comunidade interna, não os meus, onde for necessário;
15. alinhar os interesses do IFSP independentemente de interesses pessoais ou privilêgios de qualquer natureza, sempre com igual valor a todas as unidades, inclusive, câmpus avançado;
16. não haverá discriminação de qualquer natureza, desde que alinhados a esta proposta de gestão e a visão deste candidato, todos estão aptos a concorrer a uma vaga ou posição na reitoria; sendo a esolha entre os/as aptos/as do Reitor;
17. não segregar, ademais, todo servidor/a foi aprovado em concurso público e merece o mesmo respeito. Para os cargos que compõe uma reitoria, como as pró-reitorias, se eleito, selecionairei entre os interessados que conheço e/ou conhecerei – em Fev/2021 terei 10 anos no IFSP, tendo trabalhado em 02 (duas) unidades;
18. visto que esta campanha, nasce em mim, estando distante da reitoria e de outras unidades, essa é a única forma de concorrer, estando apto técnicamente, atendendo ao código eleitoral, asseguro não ter até aqui, compromisso com outro servidor ou servidora ou estudantes – é nestes termos que me canditei;
19. compartilhar da visão, nos termos deste plano, é condição primária para estar nela: gestão participativa, democrática e humanizada;
20. reitoria aberta a comunidade, ao longo de todo mandato, realizar um encontro, no mínimo bismestral, dividindo os câmpus, para poder operacionalizar, com estudantes do nível médio e do superior, homem e mulher de cada unidade, em encontros presenciais ou virtuais, de acordo com as possibilidades e recursos disponíveis, na busca por melhoria contínua e transparência nos processos. Divulgação de síntese dos encontros a toda comunidade;
21. ter compromisso com a educação;
22. direcionar o orçamento de acordo as necessidades das unidades – de acordo com a urgência e anos de operacionalização de cada uma;
23. disponibilizar um mapa técnico no site do IFSP, com a infra-estrutura de todas as unidades, mostrando transparência nos direcionamentos de recursos, como exemplo, um campus X não receberá um recurso adicional de no câmpus Y estiver faltando algo que todos já tenham. Direitos e deveres iguais a todos;
24. manter vivo, se eleito, que estarei como Reitor, porém, sou Professor EBTT;
25. administrar é otimizar recursos a patir de um planejamento, de uma organização para execução, da execução propriamente dita e do acompanhamento para ajuste ao longo do percurso, sempre que se fizer necessário mediado por alguém, neste caso um Reitor e suas pró-reitorias;
26. com minha formação formal e informal, vendo o ser humano como pessoa, na minha ação, respeitar todas as pessoas indistintamente;
27. valorizar o trabalho em equipe;
28. ser participativo, ser democratico e ser humanizado com todas as pessoas da comunidade interna e externa;
29. tratar com igualdade e com equidade todas as pessoas e
30. respeitar as pessoas estudadas e não estudadas, o mais jovem e o mais velho, cada um ao seu tempo contribui/contribuiu para o momento atual. O mundo só se faz porque todos/as estamos aqui. A fala de um doutor/doutora e a fala de um analfabeto/analfabeta para o Rovílson tem o mesmo valor. Sim, sei diferenciar e valoriza o conhecimento organizado/científico que deve ser para a manutenção ou melhores condições de vida, sem exploração, de todos/as – formação cidadã deve existir sempre.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O trabalho fluirá, ainda melhor, se a comunidade atuar conjuntamente com quem a representa: contribuir e participar! Nesta modelo proposto, as portas estarão sempre abertas para quem desejar contribuir. Como Reitor, se escolhido pela comunidade, pretendo conhecer de perto a realidade de todos os câmpus para dar transparência e tomar decisões mais precisas, sempre de maneira participativa, democrática e humanizada. Para elaboração deste plano havia pensado em listar todas as experências negativas que tive ao longo desses quase 10 anos (cometidas e sofridas), mas como escrevi acima, quero reproduzir o que recebi de bom e deixar morrer o que foi ruím. Lembrando, todos respondemos a estímulos. Pelo exposto, dedidi deixar para história, ou em interações quando pertinente, afinal cada um sabe de si e desejo o melhor ao local que trabalho e a todas as pessoas – ficam como lições aprendidas, o que fazer e o que não fazer. Desejo postura participativa, democrática e humanizada por todos os demais concorrentes a este cargo – desejar, aos meus olhos, podemos, já exigir é invadir o espaço do outro/a, embora, no espaço público isso pode ocorrer, afinal tudo acontece por meio do recolhimento de taxas, tributos e impostos de toda população. Considero esta Proposta de Plano de Gestão como um Projeto Vivo, pois está sujeito ao ambiente interno e externo do IFSP, seja de ordem social, ambiental e econômica – toda organização é um sistema aberto. Digo aos estudantes (das turmas que atuo/atuei), às vezes com outras palavras: “sabedoria é saber ceder quando necessário, é saber acolher a ideia da outra pessoa quando for melhor que a sua, é saber deixar o orgulho de lado...” – não tenho problema em pedir desculpas ou perdão para seguir. Quando o assunto for relacionado aos nossos estudantes – razão de ser do trabalho dos servidores, em especial dos professores, dar a eles orientação, tempo, voz e o que mais for preciso, para que vejam, sempre, os dois lados ou mais, e decidam sozinhos mais tarde (formados/adultos) – assim contribuiremos com a formação cidadã e os estimularemos a serem mais críticos e lutarem por uma sociedade mais justa – jamais privá-los do crescimento amplo a que cada um/a tenha direito. Vamos construir um coletivo saudável e unido, no qual as pessoas apareçam em primeiro plano – sem exceção. Afinal sem elas não haveria razão para existência do IFSP – criado para o processo de ensino-aprendizado e o que deriva dele. Muito obrigado e vamos construir juntos?!
Importante: creio que a após a leitura desta Proposta de Plano de Gestão meus colegas do câmpus Hortolândia e demais pessoas que conheço do IFSP entenderam o porquê de não ter falado previamente sobre a minha candidatura a Reitor. Não li outras propostas internas ou externas de outros candidatos a Reitor ou outros cargos. Tive como base a proposta realizada para Diretor Geral do câmpus Hortolândia há 04 (quatro) anos atrás, que constam princípios que tenho em alta conta. E, claro imbuido de todas as interações que tive ao longo da minha vida, com todos que cruzaram o meu caminho, estudados ou não, e agradeço – muito obrigado! Logo, todos vocês, de alguma forma, estão presentes nesta proposta e estejam seguros respeito a todos/as. Por fim, autorizo quem vencer o pleito, se considerar interessante, a usar essa Proposta de Plano de Gestão – ideias devem ser compartilhadas, por isso escolhi ser Professor – trabalhar com educação.
Profº Dr. Rovílson Dias da Silva
Candidato a Reitor
Contatos: [email protected] e [email protected] / telefone (solicitar)
APRESENTAÇÃO DO CANDIDATO: Profº Dr. Rovílson Dias da Silva (expandida)
Nasci na cidade de Formosa do Oeste – PR, onde vivi até os meus nove anos de idade. Tive o privilégio de viver parte da minha infância na zona rural, onde o contato com a natureza, a liberdade e o prazer pelas pequenas coisas marcaram essa fase da minha vida. Lembranças boas!
Sempre trabalhei, comecei na zona rural, como todos que nascem nesse contexto, dos 08 anos aos 14 anos fui engraxate, ambulante (vendia roupas de porta em porta e aos sábados a tarde na ponta de uma feira livre), vendedor de tapetes de porta em porta, atendente em um bar – sempre estudando no turno oposto – por necessidade, me manter e assim ajudando a minha família – origem pobre, de bens materiais. E, desde a 6ª série até conclusão do doutorado aluno trabalhador – em curso noturno. No mestrado e no doutorado, driblando entre atribuições como docente e discente e demais atividades profissionais para atender a tudo. – havia cuidado nas atribuições, deixando os horários/dias de aulas sem atribuições como professor.
No final da década de setenta houve um grande êxodo de famílias da zona rural com destino aos grandes centros, sobretudo do Estado de São Paulo. Deste contexto minha família fez parte. Deixamos a zona rural e a pequena cidade com destino à cidade de Limeira, nós, mais duas famílias e o que pudermos trazer sobre um caminhão de mudanças, inicalmente o destino era a cidade de Americana, no estado de São Paulo, tal escolha se deu pelo fato dos meus pais terem viabilizado, previamente, moradia e trabalho nesta cidade. Durante o percurso soubemos que isso não era mais possível e paramos em Limeira, onde estavam outras famílias em condições semelhanes, pessoas em necessidade ajudam outras. Foi em Limeira que minha família se estabeleceu, inicilalmente em 02 cômodos alugados, sem banheiro e com trabalho digno em funções que não exigiam qualificações e estudando depois a situação foi melhorando, em todos os aspectos, inclusive com a compra de uma casa totalmente financiada pela Nossa Caixa na época. Minha educação fundamental e média aconteceram em instituições públicas e privadas desta cidade. Sendo na pública, todo Ensino Fundamental e na privada o Ensino Médio – por meio de um curso técnico de Contabilidade. Em 1990, após a conclusão do Ensino Médio, iniciei o curso de Ciências Contábeis na Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP). Foi uma escolha difícil devido a minha pouca idade, e estar em formação. Dialoguei com os professores e com quem pude, não eram muitos, sobre as possibilidades, os cursos que me atraiam, e decidi por Ciências Contábeis. Cursar Ciências Contábeis era prazeroso. Durante o curso, já transcorrido 50%, comecei a trabalhar com mais ênfase na área administrativa e me identifiquei. Entretanto, avaliei e decidi concluir o curso de Ciências Contábeis e depois buscar mais conhecimento da Administração, uma vez que os cursos de Administração e Ciências Contábeis são da mesma grande área, de Ciências Sociais Aplicadas, o que facilitaria mais tarde. Contudo, naquela ocasião, o curso de Ciências Contábeis proporcionava ganho qualitativo e quantitativo para a realização das minhas atividades. Quando obtive o título de Bacharel em Ciências Contábeis, com muito dificuldade – noutra cidade, eu trabalhava para uma rede lojas, denominada Fancy Comércio de Roupas Ltda, no cargo de Gerente. Nessa empresa ingressei em 1984, na cidade de Limeira – SP, iniciando como ajudante geral e saindo como Superviso (Gerente Regional). Juntamente com a graduação veio a promoção para Gerente, fui transferido para a cidade de Piracicaba – SP e mais tarde, no último ano do curso da graduação, para a cidade de Campinas, onde estava a loja número um em vendas do grupo. Em ambas, ocupando o cargo de Gerente. Trabalhei por aproximadamente dois anos na cidade de Campinas e fui promovido para Supervisor (Gerente Regional), ficando responsável por 11 lojas do grupo, com unidades no estado de São Paulo, de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. O trabalho na Gerência e na Supervisão (Gerente Regional) eram desafiadores e estimulantes, entre as minhas atividades estavam o planejamento, a gestão de pessoas, a parte mercadológica, a contabilidade e finanças, dentre outras. Das atividades realizadas como gerente para as atividades realizadas como supervisor houve mudança no enfoque, na primeira operacionalizando os processos e na segunda delegando e acompanhando para que os processos fossem operacionalizados da melhor forma. Como exemplo de atividade, recebiamos a incunbência de abrir uma nova loja, recebíamos as chaves e lá ía um supervisor ou dois para contratar, treinar e colocar a loja em funcionamento. Durante o exercício do cargo de Supervisor (Gerente Regional) sentia falta de mais conhecimento para melhorar o meu desempenho junto as equipes, uma vez que necessitava de terceiros para atingir os objetivos e as metas institucionais, foi então que decidi realizar a minha primeira pós graduação, Lato Sensu. Escolhi “Administração de Recursos Humanos” na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) na cidade de São Paulo, no período de 2000 a 2001. Essa escolha se deu pelo fato da grade curricular do curso oferecer a possibilidade de ampliar meus conhecimentos em prol de um relacionamento interpessoal mais eficiente, dentre outros. Neste curso a parte comportamental da Administração (liderança, motivação, comunicação, processo decisório, responsabilidade social, ética nas organizações, dentre outras), tão subjetiva e ao mesmo tempo decisiva para a realização de todos os processos de uma empresa, pública ou privada, era contemplada. A interação com os colegas de sala de aula e com os professores me agradava, compartilhar outras visões de mundo e de mercado proporcionava crescimento qualitativo. O curso era presencial e a realização do trabalho monográfico foi gratificante, não o havia experienciado durante a graduação, pois para o Curso de Ciências Contábeis era exigido a realização de estágio e, ao final, um relatório técnico. Esse curso, Administração de Recursos Humanos, resgatou a aspiração que tive durante o Ensino Fundamental e parte do Médio, de ser professor, e despertou em mim o desejo em continuar estudando. Para a monografia foram pesquisadas “As competências do líder que influenciam a automotivação dos colaboradores”. Com esse curso meu desempenho profissional melhorou, sentia-me mais seguro, dentre outras, para direcionar objetivos, elaborar estratégias, interagir com as equipes e, então, avaliar com afinco a possibilidade de ser professor. Busquei informações e realizei autorreflexões sobre o ofício da profissão – docência, quando na verdade, naquele momento, eu não tinha clareza de que, na posição que ocupava na Fancy, já o vinha fazendo parcialmente. A Contabilidade estava sendo muito útil, pois eu conduzia processos que esta formação me proporcionou, como realização de inventários, planilhas orçamentárias e de custos, fluxo de caixa, acompanhamento e direcionamento para os registros contábeis, mas em uma visão sistêmica a Administração estava mais presente e com a qual eu estava com mais afinidade. Logo, a Administração seria um percurso mais coerente a ser trilhado enquanto formação para atuar na docência. Ainda trabalhando na Fancy, não sendo o momento adequado para afastar-me para um mestrado acadêmico, e decidido a estudar mais, escolhi o Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG), que é uma pós graduação Lato Sensu. Um curso amplo que cobriu todas as áreas da Administração, em dois anos, me fortalecendo de maneira geral para Administrar. O curso ocorreu na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), resultado de uma parceria com a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (EAESP/FGV). O CEAG foi excelente, tive crescimento qualitativo e senti que, aos poucos, vinha acumulando mais conhecimento da Administração, o que me impulsionou a continuar. Durante este curso (2002-2004) comecei a participar de eventos acadêmicos, como o Encontro Nacional da ANPAD / Pós Graduação (EnANPAD) e o Encontro Nacional dos Cursos de Graduação em Administração (ENANGRAD). Essas ações contribuíram para o ingresso em um programa de mestrado, realizado em 2006, na Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), nesta ocasião eu já não tinha mais vínculo formal com o corporativo. Em meados de 2002 sai da Fancy, crise econômica no país. Acabou sendo oportuno, pois era necessário melhor preparo para o ingresso no mestrado e a extensa carga horária de trabalho, combinada com estudos paralelos, não permitinham crescimento qualitativo para nova profissão. De maneira informal, comecei a ministrar aulas de inglês e busquei, ainda, formação na língua inglesa, inclusive no exterior, a soma dos meses de estudos na Inglaterra e nos Estados Unidos é de aproximadamente 11 meses (ao longo da vida – em períodos de férias). Embora, já consciente da necessidade de realização do mestrado para ter êxito na carreira acadêmica, decidi concluir o CEAG, e assim o fiz. Após a conclusão da pós-graduação: Curso de Administração para Graduados (CEAG) com um projeto sobre liderança e motivação em equipes virtuais, conquistei uma vaga para o Mestrado em Administração na Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), na Área de Gestão e Organizações, cuja pesquisa foi na linha de Gestão de Pessoas. O título da dissertação é “A influência da liderança como estímulo à motivação de equipes virtuais”. Após o primeiro ano do curso de mestrado conquistei uma vaga para professor na UMESP, onde trabalhei até agosto de 2013 (por 07 anos), quando me desliguei para me dedicar exclusivamente ao IFSP. O mestrado ampliou o meu horizonte por meio das interações com os professores, os textos, os amigos, dentre outros. Minha visão foi ampliada, continuar pesquisando me proporcionaria transformar e contribuir com meu crescimento, com aqueles que trabalham comigo, e por fim, com o meu país, ambos proporcionados pela pesquisa ou educação. Neste contexto, decidi fazer o doutorado e, então, estabelecer-me na carreira acadêmica para nutrir, por em prática e compartilhar a visão que tenho internalizada – por meio da educação e do conhecimento, uma pessoa, um povo e / ou uma nação pode ser transformada. Durante o mestrado a Universidade de Bologna da Itália, em acordo com a UMESP, onde eu era aluno, disponibilizou duas bolsas de estudos para os discentes do programa. Inscrevi-me e conquistei uma delas. Fui à cidade de Forli na Itália e em um dos Campi da Universidade de Bologna cursei uma disciplina de 04 (quatro) créditos (60 horas) no idioma Inglês. Foi uma experiência importante, fiz amigos, muito aprendi e a qualidade das minhas aulas melhorou, pois o curso foi pautado em “estudos de caso”, sua adequação e aplicação, em moldes semelhantes, com os meus discentes, foi uma consequência natural e bem sucedida. Conclui o mestrado em 2007 e nesse mesmo ano inscrevi-me para o processo seletivo do doutorado da EAESP/FGV e conquistei uma vaga no programa, na linha de pesquisa de Administração e Análise da Tecnologia da Informação (AATI), com indicação para bolsa: pelo desempenho no processo seletivo (3º colocado) – eram 02 bolsas por linha de pesquisa – a primeira colocada era do corporativo e 2ª tinha licença remunera para estudar com isso uma das bolsas foi para o 3º colocado (regulamente da FGV – eu já era professor na Metodista (bolsa CAPES que cobria apenas a mensalidade – valor diferenciado – eu não recebi valor algum). Dessa forma efetivei a matrícula e conclui o curso no prazo regular, no último ano/semestre vagou uma bolsa integral, valor regular do programa, e por ser Professor de Educação Básica. Como todos sabem quem recebe bolsa deve trabalhar no país pelo mesmo período – já trabalho a 08 anos após a conclusão do curso. Quando ingressei no IFSP estava no último ano do doutorado e conclui o curso trabalhando – o que tínha era licença de 08 horas semanais. Na FGV, por três anos fui Representante Discente, escolhido pelos discentes, da Comissão de Bolsas da EAESP/FGV. Sendo aluno do programa de doutorado da EAESP/FGV havia possibilidade de fazer matrícula cruzada com o convênio existente com a Universidade de São Paulo (USP). Busquei e conquistei uma das vagas e cursei a disciplina “Administração da Informação e Inteligência da Empresa”, com carga horária de 120 horas na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP). Eu desejava esta experiência, foi muito importante, fiz amigos e tive crescimento qualitativo, destacando-se o olhar que deve ser dispensado as informações, por mais fracas que sejam e, sempre, procurar significado, situando-as no espaço e no tempo, para uma tomada de decisão mais adequada. Também durante o doutorado, a Babson College – Babson/Boston – Estados Unidos da América (EUA), ofereceu quatro bolsas para um curso de Empreendedorismo, referente a 04 (quatro) créditos (60 horas), para os discentes do mestrado e do doutorado da EAESP/FGV. Conquistei uma das vagas. A experiência foi enriquecedora, pois atuando em disciplinas da Administração, como empreendedorismo e práticas administrativas, muito me agregou e, consequentemente, às minhas aulas. Entre os discentes que formavam a turma na Babson havia representantes de vários outros países. Participar da socialização de suas visões, parcial ou total, do ponto de vista profissional (e às vezes pessoal – cultura), possibilitou, posteriormente, contribuir mais com os estudantes, a partir de suas ideias e sugestões e não mais, apenas, de modelos conhecidos por mim. Conclui o doutorado com a defesa da tese “O papel das tecnologias de informação e comunicação no processo ensino-aprendizagem: um estudo do ensino superior nas modalidades presencial e a distância”. A defesa pública foi no dia 29 de Fevereiro de 2012. A conquista do doutorado foi a realização de um sonho – sou o caçula da minha famílida de 06 irmãos (4 homens e 2 mulheres), o primeiro a graduar-se, filho de pai e mãe, que não concluiram o 2º ano do atual fundamental 1 – semi analfabetos: Sr. Antonio (Deus e tenha – desde 2009) e D. Maria (que está bem, com 82 anos de idade) – todos os filhos cuidam. Meus pais não sabiam o que era educação formal, mas em algum momento entenderam que nossa única possibilidade de mudar de vida era estudando. Duranto o doutorado, muitas lições aprendidas durante os quatro anos, minhas ações como professor e como cidadão foram ampliadas. Em 2011 trabalhava 20 horas na Metodista, com anuência e ajuda daquela Gestão daquela instituição, 40 horas não exclusivas no IFSP, chegando a média de 20 aulas semanais com coordenação, cobrindo Gerencial Educacional, com 08 servidores administrativos terminei meu doutorado – não foi fácil, mas nem me dava conta que estava sendo difícil – fui fazendo. Desde que decidi a ser professor almejei trabalhar em uma instituição de ensino pública, onde é sabido que a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão possuem lugar de destaque, mas ressalto que era muito bom trabalhar na Metodista, éramos valorizados num ambiente de trabalho muito saudável. Acompanhando editais de concursos para professor da Área de Administração, conclui que terminaria o doutorado e não seria elegível em muitos deles por ter a graduação em Ciências Contábeis e não em Administração. Devido a isso, em 2009, após concluir os créditos do doutorado, procurei uma Instituição de Ensino Superior e fiz o curso de Administração, cursei as disciplinas que faltavam, obtendo o título de Bacharel em Administração. Este curso foi possível por ter tido aproveitamento de estudos em muitas disciplinas. Àquelas que tive que cursar, conclui cursando-as no período matutino, sextas a noite e em EaD, curso em modalidade especial, para quem já tinha uma gradução ou mais maduros – maiores de idade. Em 2006 iniciei minha atividade acadêmica na Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), entrando pela primeira vez, na mesma semana, em uma sala de aula da Modalidade Presencial com mais de oitenta estudantes e depois em um estúdio, para ministrar uma teleaula, transmitida ao vivo via satélite, na modalidade de Educação a Distância (EaD). Meu início na docência, nas duas modalidades, concomitantemente, me permite, hoje, trabalhar em ambas confortavelmente. Em 2007 fui convidado pelo diretor da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade da UMESP a ser coordenador do Curso Superior de Tecnologia (CST) em Logística na modalidade EaD. Aceitei o convite e, no ano seguinte, passei a coordenar as duas modalidades, a Presencial e a EaD. Em 2011, por ter ingressado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), por meio de aprovação em concurso público para o quadro permanente de professores, permaneci, exclusivamente, com a coordenação da modalidade EaD. A permanência nesta modalidade se deu pelo fato do curso na modalidade Presencial já ter sido reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC - INEP), com nota quatro (escala de um a cinco) e o reconhecimento do EaD veio no ano de 2014 (com nota 5 para a sede e 4 em um Polo). Estive como professor e coordenador por 06 anos, dos 07 que trabalhei na UMESP – entre outras funções ou comissões ou comitês, inlcusive, no CONSUP (Conselho Supeior). Já ministrei muitas disciplinas, todas voltadas para a Administração Geral, dentre outras: Sistemas Integrados, Organizações e Operações, Práticas Administrativas, Estágio Supervisionado, Empreendedorismo, Métodos e Técnicas de Pesquisa, Metodologia do Trabalho Científico, Tecnologia da Informação, Gestão Empresarial e de Pessoas, Logística no Varejo, Excelência Operacional, Cadeia de Suprimentos, Trade Marketing. Em 2010 participei de dois concursos, da Universidade Estadual de Londrina (UEL) para a vaga de “Administração / Gestão de Pessoas” e no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), campus de Suzano – SP, para a vaga de professor de “Gestão e Negócios”. Em ambos fui aprovado e convocado. A convocação do IFSP antecedeu a da UEL. Entrei em exercício no IFSP no dia 07/02/2011 e quando a UEL convocou, cinco meses depois, ponderei sobre alguns aspectos que me ajudaram a tomar a decisão por permanecer em São Paulo, sejam eles: moradia estabelecida próximo aos meus familiares. Foi difícil declinar a vaga da UEL, na qual, pelo perfil da instituição e da vaga, grande parte de minha dedicação seria destinada à pesquisa e à extensão, na qual haveria, inclusive, a possibilidade de atuar no programas de pós graduação stricto sensu. No IFSP estava me dedicando consideravelmente ao ensino (processo ensino-aprendizagem / sala de aula), inclusive, com o nível médio – cursos técnicos e isso me agradava muito. No IFSP, além de professor de “Gestão e Negócios” fui coordenador da Área de Gestão e Negócios e o Presidente da Comissão Própria de Avaliação (CPA) do Estado de São Paulo, ambos eleito pelos meus pares. Em 2010 fui selecionado como avaliador para integrar o Basis do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP / MEC) onde, sob convocação – de acordo com a agenda, realizo avaliações no âmbito dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Cursos Superiores de Tecnologia (CSTs) da área de Ciências Sociais Aplicadas. Essas avaliações deliberam sobre a implementação de novos cursos, bem como sobre o reconhecimento dos mesmos no que se refere à qualificação em Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e/ou privadas. Essa atividade me mantém atualizado e consequentemente me influencia, positivamente, em minhas ações na academia, em meu trabalho – “particularmente considero como um treinamento – conheço inúmeras práticas ou processos, em diferentes Instituições, em diferentes regiões do país”. Sempre valorizei as capacitações oferecidas internamente, e quando identifico uma necessidade não contemplada por elas, busco externamente. Com tais medidas me mantenho atualizado e otimizando minhas ações, já fiz muitas capacitações que vão de palestras e cursos pedagógicos, passando por sustentabilidade e cursos mais técnicos como Gestão e Fiscal de Contratos. Iniciei minha produção bibliográfica no primeiro ano do Mestrado (2006), em parceria com colegas da turma do mestrado e do doutorado. Já orientei vários Trabalhos de Conclusão de Cursos (TCCs) e acompanhei estágios. Participei da elaboração e como participante um projeto de extensão da Metodista. O projeto iniciou em agosto de 2009 e foi concluído em novembro de 2011. O nome do projeto é “Gestão e serviços para uma economia solidária”. Com este projeto entramos em uma comunidade de São Bernardo do Campo – SP, Comunidade Montanhão, onde docentes e discentes de vários cursos da UMESP, sejam eles: Logística, Recursos Humanos, Processos Gerenciais, Marketing, Gestão Pública, Gestão Financeira, Gastronomia e Turismo começaram a atuar, cada um de acordo com as competências do seu curso, na orientação e capacitação de pequenos empreendedores da comunidade. Foi uma experiência enriquecedora, pois acompanhamos a adoção de práticas administrativas que alavancaram o desempenho de muitos empreendedores envolvidos e, consequentemente, promovendo mais qualidade de vida às pessoas e mais competitividade de seus produtos, bens ou serviços, no mercado. No IFSP – Campus Hortolândia estou no Projeto Taquara Branca, neste a minha atuação e com o Curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) denominado: “O Mercado de Trabalho e Você: possibilidades e desafios”, resumo: Trabalhar com os estudantes, do 8º e 9º ano, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Taquara Branca “Agenor Miranda da Silva” (foram algumas turmas – projeto maior da unidade, onde fui convidado a assumir a parte de gestão). Identificar as profissões existentes e as inexistentes no bairro onde os participantes moram: Taquara Branca, assim como, expandir o conhecimento das profissões do local para global. Com tal ação pretendese despertar um interesse mais crítico dos participantes, sobre as várias frentes de trabalho existentes, e com isso ampliar os seus horizontes, para uma escolha por uma profissão de forma mais segura. Projeto sem turma neste momento, devido a Pandemia, não começou. Por fim, já fui voluntário, por alguns anos no Hospital Boldrini de Campinas – onde tive o maior aprendizado da minha vida: minha atividade era nos leitos, visitando e procurando meios de ajudar, os que ali estavam, a seguir com dignidade ... A formação continuada deste docente (candidato) não se encerra com este texto, referente a 18 anos no corporativo e a 14 anos com a educação: Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP). Esse processo se faz em diferentes contextos, com diferentes pessoas, de diferentes modos... “o caminho faz-se caminho no andar” (MORIN, 2003).
( Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/4986150624706990