Psicóloga Camila Paola Baier

Psicóloga Camila Paola Baier Psicoterapia individual para adultos na abordagem sócio histórica.

O famoso choque de realidade que o patriarcado não sabe processar.A verdade é que viver e amar fora da caixinha da heter...
29/08/2026

O famoso choque de realidade que o patriarcado não sabe processar.

A verdade é que viver e amar fora da caixinha da heteronorma, além de fazer parte da construção da identidade, também é um ato político de coragem. É sobre recusar moldes prontos e construir redes de afeto, autonomia e parceria, mesmo sabendo que as portas que tentamos abrir vêm acompanhadas de barricadas preconceituosas do outro lado.

Que a visibilidade lé***ca seja celebrada hoje e sempre em sua potência máxima: como a base que nos ensinou que a liberdade de ser é inegociável. 🌈

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***ca 🌈

A IA pode ajudar a organizar pensamentos, mas existe uma diferença entre pedir ajuda para pensar e terceirizar as própri...
20/08/2026

A IA pode ajudar a organizar pensamentos, mas existe uma diferença entre pedir ajuda para pensar e terceirizar as próprias decisões.

Às vezes, a gente "finge" que quer uma resposta quando na verdade está buscando alívio para não precisar se sentir insegura, com ansiedade ou na dúvida.

A questão não é deixar de usar IA, mas é perceber se: "depois dessa conversa, estou mais próxima de mim ou mais dependente de uma resposta externa?"

E claro, essa também é uma das diferenças entre ir em um profissional da psicologia que irá te acolher, mas também te fazer refletir sobre suas ações e comportamentos.

Camila Paola Baier - Psicologa
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Nem tudo que a gente aprendeu a chamar de “normal” é saudável.Faz parte do processo de autoconhecimento, perceber que al...
10/08/2026

Nem tudo que a gente aprendeu a chamar de “normal” é saudável.

Faz parte do processo de autoconhecimento, perceber que algumas coisas que parecem traços da nossa personalidade foram, na verdade, formas que encontramos para sobreviver, agradar, evitar conflitos ou sermos aceitas.

Questionar isso dá trabalho, mas continuar vivendo no automático também.

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Quando a gente entra na vida adulta, parece que existe uma disputa silenciosa entre quem você é (CPF) e tudo o que você ...
22/07/2026

Quando a gente entra na vida adulta, parece que existe uma disputa silenciosa entre quem você é (CPF) e tudo o que você precisa dar conta (CNPJ).

No CPF, existem cansaço, inseguranças, desejos, limites e a necessidade de descanso.

No CNPJ, existem responsabilidades, metas, contas, prazos e a pressão de fazer tudo funcionar.

O problema é quando a lógica da produtividade invade todos os espaços da vida e faz você acreditar que só tem valor quando está produzindo.

A gente não deixa de ser pessoa porque empreende, trabalha ou tem uma carreira. E também não precisa abandonar nossos projetos para cuidar da saúde mental.

O desafio é construir uma relação em que o trabalho faça parte da vida, mas não ocupe o lugar dela.

Você sente que, hoje, quem tem falado mais alto: seu CPF ou se

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Tem frases que a gente repete tanto que elas começam a parecer verdades."Eu dou conta.""Depois eu descanso.""Não quero i...
15/07/2026

Tem frases que a gente repete tanto que elas começam a parecer verdades.

"Eu dou conta."
"Depois eu descanso."
"Não quero incomodar."
"É só uma fase."
"Tem gente pior."

Elas parecem maduras. Responsáveis. Fortes. Mas, muitas vezes, são justamente elas que vão nos afastando daquilo que estamos sentindo.

A gente aprende que pedir ajuda é exagero.
Que descansar é preguiça.
Que colocar limites é egoísmo.
Que o sofrimento só merece atenção quando chega ao limite.

E, sem perceber, vai adiando o próprio cuidado.

Nem sempre o sofrimento aparece em grandes crises. Às vezes ele se manifesta em uma rotina que parece pesada demais, em um cansaço que nunca passa ou na sensação de que você está sobrevivendo, mas não vivendo.

Você não precisa esperar desabar para reconhecer que algo precisa mudar.

Qual dessas frases você mais se pegou dizendo ultimamente?

Camila Paola Baier - Psicóloga
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Existe uma ideia de que, quando fazemos a escolha "certa", tudo deveria ficar mais leve. Mas a realidade costuma ser mai...
14/07/2026

Existe uma ideia de que, quando fazemos a escolha "certa", tudo deveria ficar mais leve. Mas a realidade costuma ser mais complexa.

Mudanças importantes também trazem perdas. E é possível sentir medo, saudade e insegurança mesmo quando você acredita que tomou a melhor decisão naquele momento.

Sustentar uma escolha não é nunca duvidar. É reconhecer que a vida adulta nem sempre oferece garantias, e que algumas respostas só aparecem enquanto seguimos caminhando.

Você já viveu uma decisão que fez sentido, mas ainda assim foi difícil de sustentar?

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A gente aprende a olhar para os finais como sinônimo de fracasso.Mas e se alguns ciclos simplesmente tiverem cumprido a ...
10/07/2026

A gente aprende a olhar para os finais como sinônimo de fracasso.

Mas e se alguns ciclos simplesmente tiverem cumprido a função que precisavam cumprir?

Nem tudo foi feito para durar para sempre. Algumas pessoas nos transformam. Alguns lugares nos fortalecem. Alguns projetos nos ensinam. E, justamente por terem cumprido esse papel, chega um momento em que deixá-los ir passa a fazer mais sentido do que insistir.

Encerrar um ciclo não apaga tudo o que ele representou. Pelo contrário: ele continua existindo na pessoa que você se tornou.

Às vezes, seguir em frente não é desistir. É reconhecer que você também mudou.

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"Mudar dá medo? Sim. Mudar é exaustivo? Muitas vezes. Mas você já parou para pensar que a estagnação, a longo prazo, pod...
01/07/2026

"Mudar dá medo? Sim. Mudar é exaustivo? Muitas vezes. Mas você já parou para pensar que a estagnação, a longo prazo, pode ser muito mais custosa do que o esforço de transição?

Nesta semana, estou vivendo um movimento de mudanças profundas na minha própria rotina de trabalho. E esse processo me lembrou que, seja na carreira ou na vida pessoal, mudar é um ato de coragem. É dizer para si mesmo que você ainda tem muito a descobrir.

Mudar de casa, de função ou de rotina não é apenas sobre o "novo", é sobre honrar quem você está se tornando.

Como está o seu nível de adaptação às mudanças hoje? Está fluindo ou está sendo um desafio? Me conta aqui embaixo. 👇

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Quantas vezes você já se pegou assumindo o papel de "guia", "mentora" ou até "salvadora" na vida de alguém com quem se r...
11/06/2026

Quantas vezes você já se pegou assumindo o papel de "guia", "mentora" ou até "salvadora" na vida de alguém com quem se relaciona?

Existe um peso histórico sobre as mulheres de que o nosso valor reside na nossa capacidade de cuidar, de consertar, de lapidar o outro. Fomos educadas para acreditar que, se nos esforçarmos o suficiente e "ajustarmos" o comportamento da pessoa parceira, finalmente teremos a relação dos sonhos.

Mas vamos falar a verdade: relacionamento não é clínica de reabilitação.

Quando você assume a responsabilidade de "consertar" o outro, você entra em um ciclo de exaustão emocional que trava a sua própria vida. Você deixa de ser a protagonista da sua história para ser a gerente do desenvolvimento alheio. E, enquanto você tenta salvar o outro, quem está cuidando do seu crescimento?

Na perspectiva da psicologia histórico-cultural, entendemos que o sujeito se constrói nas relações, sim. Mas um encontro saudável acontece entre duas pessoas que já estão em processo de construção individual e não entre alguém que transborda e alguém que precisa de reparos.

Relacionamento é sobre troca, não sobre pedagogia. É sobre duas subjetividades inteiras que se encontram, se admiram e caminham juntas, sem que nenhuma delas precise anular sua própria essência para "salvar" o próximo.

Se você está exausta de ser a bússola de alguém, talvez seja hora de ajustar a direção para o seu próprio caminho.

Quer entender quais padrões estão te mantendo nesse lugar de "salvadora"? O espaço de terapia é o lugar ideal para desconstruir isso. Convido você a transformar sua jornada. Encontre meu contato na bio.

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Você já sentiu que, ao demonstrar sua independência e clareza sobre seus objetivos, a relação pareceu "instável"? Como s...
10/06/2026

Você já sentiu que, ao demonstrar sua independência e clareza sobre seus objetivos, a relação pareceu "instável"? Como se o seu brilho, em vez de somar, gerasse um ruído?

Muitas vezes, ouvimos que a autonomia é um valor fundamental na vida adulta. Mas, na prática, quando uma mulher independente e segura de si ocupa seu lugar no mundo, ela desafia uma estrutura social que foi desenhada para que ela fosse apenas a "metade" de alguém. O patriarcado não sabe o que fazer com mulheres inteiras.

A ideia do "encaixe perfeito" serve para nos manter pequenas, negociáveis e dependentes de uma validação que nunca é o suficiente. Quando você transborda, quando você tem metas, quando você não precisa de um "porto seguro" porque você aprendeu a ser o seu próprio cais, o outro, condicionado a esse modelo tradicional, pode se sentir ameaçado.

O problema não é a sua autonomia. O problema é a fragilidade de um sistema que só se sente confortável quando você abre mão de si mesma para caber no desejo alheio.

Reconhecer que sua liberdade assusta é o primeiro passo para parar de pedir desculpas pela sua própria grandeza. O que você escolhe: diminuir o seu passo ou encontrar quem consiga caminhar ao seu lado?

Vamos refletir sobre como a sua história moldou a forma como você se permite (ou se proíbe) ser livre? O espaço de terapia é onde desconstruímos essas amarras.

Convido você a transformar sua jornada. Encontre meu contato na bio.

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