Licenciatura Indígena UFAM

Licenciatura Indígena UFAM Página de divulgação do Curso de Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento

UFAM participa da terceira etapa de escuta da construção do PPC do povo Mundurucu /Sateré-mawéA UFAM esteve presente na ...
07/05/2022

UFAM participa da terceira etapa de escuta da construção do PPC do povo Mundurucu /Sateré-mawé

A UFAM esteve presente na terceira rodada de escuta da formação do PPC do povo Mundurucu no período de 26 a 30 de abril na Aldeia Mamiá, no rio Mapiá-Grande, Município de Borba, para apoiar a implantação de cursos na área de licenciatura para os povos da região. Representando a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e o curso de Licenciatura Indígena, estiveram presentes nas reuniões o coordenador do curso, professor Nelcioney de Souza Araújo e o professor Raimundo Nonato Pereira da Silva.
As reivindicações dos povos tradicionais das regiões ouvidas, são antigas aspirações para que cursos voltados para as suas realidades específicas sejam implantados, haja vista, a crescente demanda por cursos superiores nas áreas de licenciatura indígena e pedagógica.
A próxima etapa do processo de escuta ocorrerá no final do mês de maio, nos dias 27 e 28, na Aldeia Kwata, no rio Canumã, Município de Borba.

12/04/2022

Licenciatura Indígena apoia a construção do PPC do povo Munduruku/Sateré-Mawé

Licenciatura Indígena apoia a construção do PPC do povo Munduruku/Sateré-MawéO curso de Licenciatura Indígena, na pessoa...
12/04/2022

Licenciatura Indígena apoia a construção do PPC do povo Munduruku/Sateré-Mawé

O curso de Licenciatura Indígena, na pessoa do seu coordenador, professor Nelcioney José de Souza Araújo, esteve presente nos dias 23 a 26 de março na Aldeia São João do Cacoal, no rio Parakuni, Município de Nova Olinda, para assessorar a comunidade indígena a elaborar o seu projeto de implantação de cursos de graduação em nível superior para os povos da região, a partir de encontros que visam ouvir dos seus representantes sobre os subsídios necessários para que o projeto se viabilize.
O início do processo de escuta ocorreu primeiramente na Aldeia Mucajá, para ouvir o povo do rio Marimari. Segundo, na Aldeia São João do Cacoal e, terceiro, acontecerá nos dias 28 e 29 de abril, no rio Mapiá, na Aldeia Mamiá, no Município de Borba. E, fechando o processo de escuta, no final do mês de maio, nos dias 28 e 29, no rio Canumã, na Aldeia Kwata.
A reivindicação dos povos tradicionais dessas regiões é implementar cursos específicos, haja vista, a necessidade de suprir a demanda por mais cursos. Para que isso se realize, foi feita uma proposta de formação para ser apresentada às universidades, proposta essa, que é pensada e discutida ouvindo a população indígena. Nesse processo inicial, a UFAM entra com o suporte de assessorar o projeto em questão, por meio do curso de Licenciatura Indígena. Posteriormente, outros apoios, auxílios e parcerias entraram na mesma empreitada, como a Prefeitura Municipal de Borba e Nova Olinda, UEA, IFAM, SEDUC e, principalmente, a Associação dos Profissionais de Educação Escolar Indígena Munduruku e Sateré (APEEIMS), instituição que lidera as discussões em torno do projeto.

Posse da nova diretoria do IFCHSEm cerimônia realizada no auditório Rio Solimões do Instituto de Filosofia, Ciências Hum...
08/04/2022

Posse da nova diretoria do IFCHS

Em cerimônia realizada no auditório Rio Solimões do Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais na sexta-feira (1ª), às 10h, ocorreu a solenidade de posse dos professores Iraildes Caldas Torres e Marcos Castro de Lima, diretora e vice-diretor respectivamente, com a nobre missão de conduzir o destino do Instituto pelos próximos quatro anos.
Participaram do evento o reitor, professor Sylvio Mário Puga Ferreira, o diretor do Instituto Raimundo Nonato, a vice-diretora, professora Keith Valeria de Oliveira Barbosa, a diretora eleita, professora Iraildes Caldas e o vice-diretor, professor Marcos Castro.
Em seu pronunciamento, a professora Keith Valeria desejou sucesso a nova gestão, agradecendo a oportunidade de servir e aprender na direção do Instituto, lembrando ainda, a todos aqueles que nao estao mais presentes na Ufam em virtude da Covid-19, mas que ficaram em nossa memória.
"Começaria tudo outra vez, se precisasse fosse", com essa afirmação, o professor Raimundo Nonato deu início sua fala de transmissão de cargo para nova diretoria empossada, agradecendo de antemão, a colaboração que teve em sua gestão dos servidores, alunos, professores, e dos funcionários terceirizados da limpeza e segurança. "Eu faço da Universidade extensão da minha vida, porque cheguei onde cheguei, é graças à Instituição. E, eu devo também, compromisso de levar o nome dela nas extremidades do Amazonas e nas adjacências do mundo", finalizou, desejando sucesso à professora Iraildes e ao seu vice, professor Marcos Castro.
Relembrando seu ciclo básico como aluno no antigo ICHL, depois, como docente, o professor Sylvio Puga destacou o trabalho do professor Raimundo Nonato no Instituto, e, em especial, do seu labor em prol do curso de Licenciatura Indígena, na qual, fez questão de o parabenizar publicamente. Disse também, que a Instituição é o local de debates, forjada no que foi em torno desse processo, lembrando a todos, a necessidade de união entre seus membros em defesa da Universidade. "Podemos pensar de forma diferente, não há nenhum problema. O objetivo é elevar o nome de nossa Universidade para fazer que cada vez seja mais respeitada", afirmou, parabenizando a professora Iraildes por assumir o desafio do cargo e de lutar pela soberania da Universidade.
Ao declarar que "A Universidade é o lugar de amor e fonte libertadora do ser humano", a diretora empossada traça um paralelo entre a sua vida e a história de lutas dentro da Universidade, particularmente, o antigo ICHL, em prol de uma universidade livre, autônoma, gratuita e com ensino de qualidade. Nesse sentido, a professora Iraildes Caldas evocou o legado deixado pelo antigo Instituto para a transformação da sociedade e da própria Instituição. " No momento em que se vive uma crise institucional no Brasil, de forma generalizada, urge que a comunidade universitária retorne através da discussão política, produzindo uma práxis investigativa e propositiva que contribua para a transformação social". Ao final do seu discurso, ela agradeceu a presença de todos que foram prestigiar o evento, reafirmando o seu compromisso com a comunidade cientifica e acadêmica em uma boa gestão, juntamente com os três segmentos que compõe a Ufam.

PARLAMENTARES DO MUNICÍPIO DE ENVIRA VISITAM O IFCHSPresidida pelo presidente da câmara do município de Envira, Francisc...
29/03/2022

PARLAMENTARES DO MUNICÍPIO DE ENVIRA VISITAM O IFCHS

Presidida pelo presidente da câmara do município de Envira, Francisco de Jesus da Costa Silva, a comitiva foi recepcionada pelo diretor do Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais (IFCHS), professor Raimundo Nonato, pelo Coordenador de Licenciatura Indígena, professor Nelcioney Jose de Souza Araújo e pela Coordenadora Institucional do Parfor, professora Heloisa da Silva Borges, no dia 8 de março, terça-feira, às 10h, na Sala de Reunião da Secretaria.
O tema da reunião foi a proposta dos vereadores de retorno dos cursos de cursos superiores para o município diante da demanda crescente em formar profissionais qualificados para atuar na região.
Em sua fala de boas-vindas, o professor Nelcioney salientou a importância da Ufam na expansão de cursos no interior do estado e, em especial, do município de Envira em virtude do mesmo estar quase dez anos sem o Parfor. “O objetivo é retonar a parceria com os municípios para levar o Parfor para o interior”, afirmou, acrescentando, ainda, que todas “as nossas ações são conscientes para que as parcerias sejam firmadas nos municípios que estão aptos”.
Para o professor Raimundo Nonato, priorizar os extremos é de suma importância para atender as demandas dos municípios de fronteiras, locais distantes e de difíceis acessos, como Alto Solimões e Alto Rio Negro. Ressaltou a necessidade da consolidação das parcerias para que os obstáculos de áreas remotas sejam superados conjuntamente.
Informes importantes foram repassados aos vereadores a respeito de editais e seus processos, assim como, dos procedimentos quanto dos diálogos feito com os cursos e Capes e as exigências dos editais. De acordo com a professora Heloisa, a Ufam prioriza os cursos distantes, principalmente, nos municípios que a UEA não consegue atender.

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