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Neste Agosto Lilás, mês de conscientização no combate à violência contra a mulher, não poderia deixar de falar sobre ess...
23/08/2023

Neste Agosto Lilás, mês de conscientização no combate à violência contra a mulher, não poderia deixar de falar sobre essa situação que é tão comum na vida das mulheres e que causa impactos em toda a sua vida - tanto física como psicologicamente.  Quem é vítima dessas situações pode sofrer do chamado estresse pós-traumático ocasionando sintomas como pesadelos, sentimentos de tristeza, insônia, falta de perspectiva no futuro, não conseguir parar de pensar na situação vivida, pensamentos suicidas, entre outros, impactando profundamente em sua qualidade de vida e podendo gerar outros acometimentos de saúde mental.

Por sentirem vergonha, medo e até por não conseguirem ter uma independência financeira do agressor, muitas vítimas não procuram ajuda nem denunciam e, por isso, muitos casos acabam sendo subnotif**ados (arraste para o lado e veja os números da violência). Infelizmente, o número de vítimas é ainda maior. Infelizmente a vítima de violência doméstica entra em um ciclo muito difícil de sair, com medo de perder a guarda dos filhos,  vergonha, sintomas depressivos muito frequentes e uma relação de medo de tudo e todos que se instala como resposta psíquica ao trauma vivido.

Cuidar da saúde mental das pessoas que sofrem este e qualquer tipo de violência deve ser prioridade e cabe a toda a sociedade olhar para essas mulheres e ajudá-las a denunciar e procurar ajuda!

Hoje o post é diferente! Hoje resolvi trazer um pouco da minha vida pessoal! Mas vim falar da amizade e da intenção.Tenh...
18/08/2023

Hoje o post é diferente! Hoje resolvi trazer um pouco da minha vida pessoal!
Mas vim falar da amizade e da intenção.
Tenho um grupo de amigas que datam aproximadamente de 35 a 40 anos de amizade. Sim, é possível. Oito amigas do colégio, que hoje estão em partes diferentes do mundo e do Brasil. Tem amiga morando na Austrália, na França, no Rio.
Praticamente todo ano conseguimos nos reunir aqui em Sampa, mesmo as de longe conseguem vir.

Recentemente começamos um plano que parecia impossível: nos reunirmos ano que vem por alguns dias em uma viagem dentro do Brasil. Então, a mágica começou a se fazer. A que organiza daqui, a que agita dali, a que flexibiliza de lá. Em 4 dias de euforia e determinação de todo o grupo, vouchers emitidos. Ano que vem estaremos juntas na Baheeeeaaa.
Cada uma se dispôs a deixar família, trabalho e parar a vida para esta imersão e investimento (pessoal e sim, financeiro) na amizade.

Inúmeros são os benefícios da amizade, já comprovados, entre eles: redução do estresse, quem tem amigos sente menos dor, melhor saúde cardiovascular, amizades prolongam a vida, promove o aumento da acuidade mental, quem tem amigos sente menos dor, além do próprio bem estar e sensação de pertencimento.

A viagem ter dado certo não é algo separado da nossa história nestes 40 anos. É resultado do desejo de querer bem, de investimento, de cuidado contínuo, de partilha de momentos da vida nem sempre fáceis; do empréstimo do tempo, do ouvido, do lugar.

Obrigada mulheres por fazererem da minha vida mais feliz!
(Este post vale tb para outras gdes amigas que não estão na foto, e que tb partilhamos deste sentimento!)

E se vc tem amizades como as minhas, que riqueza poder partilhar deste sentimento que estou sentindo agora. E se vc se afastou de amigas importantes da sua vida e que sente saudades, vai lá, reata a amizade. Se fizer sentido, pode valer a pena!

de infância

Nas gerações passadas era comum o pai ser essencialmente o o provedor financeiro, ou seja, trabalhar fora e trazer dinhe...
13/08/2023

Nas gerações passadas era comum o pai ser essencialmente o o provedor financeiro, ou seja, trabalhar fora e trazer dinheiro para casa enquanto, para a mãe, cabia a responsabilidade do cuidar. Mas, com as mulheres no mercado de trabalho, compartilhar os cuidados dos filhos não é facultativo: é questão de sobrevivência e qualidade para as relações. Infelizmente, existe um entrave que atrapalha muito o início da relação do pai com seu bebê: a licença paternidade de apenas 5 dias! O pai volta a trabalhar quando a mãe ainda está no auge do puerpério tentando conhecer aquele recém-nascido, buscando conectar-se e desenvolver o vínculo com esse filho, que é criado no dia após dia, no cuidar!

Pesquisas realizadas na última década, em países em que a licença-paternidade é mais extensa e está em vigor há mais tempo, mostram que a medida teve impactos positivos no desenvolvimento

das crianças, na promoção da igualdade de gêneros (pais se tornam 50% mais participativos em tarefas ligadas ao bebê) e na duração da amamentação (dividindo as tarefas de casa e do bebê com o pai, a mãe tem mais condições para amamentar).

O papel do pai é tão importante quanto o da mãe e eles precisam desde cedo ser referência para esse bebê. Pai não amamenta, mas pode fazer muito pelos filhos pequenos e suas parceiras. Desde ninar no colo, dar banho, ver se as roupas não servem mais, lembrar da data da vacina, levar ao pediatra e todos os demais cuidados que se estendem em toda a infância e adolescência dos filhos. Estar presente é a melhor forma  de criar vínculo e segurança para que a criança possa confiar e se espelhar na figura paterna.

Feliz Dia dos Pais a todos!

Ansiedade. Todos nós temos - uns mais e outros menos. Mas, quando a ansiedade passa a ser algo que atrapalha o seu dia a...
09/08/2023

Ansiedade. Todos nós temos - uns mais e outros menos. Mas, quando a ansiedade passa a ser algo que atrapalha o seu dia a dia, suas tarefas e suas relações, é hora de buscar ajuda.

Neste livro, o psicólogo Alexandre Coimbra Amaral dá um verdadeiro abraço no leitor com uma conversa empática e acolhedora sobre esse sofrimento tão latente na sociedade atual. A ansiedade precisa cada vez mais ser falada, compreendida para ser aliviada. Quem aqui já leu?

As inscrições para o II Simpósio de Psicoterapia do Trauma, realizado Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria com apoi...
04/08/2023

As inscrições para o II Simpósio de Psicoterapia do Trauma, realizado Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria com apoio do Prove, da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), estão abertas e, nesta edição, serei uma das palestrantes falando sobre o Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT) nos partos e como a consequência da violência obstétrica impacta na vida da gestante.

O evento, que é voltado para profissionais da saúde e estudantes, acontece no dia 30 de setembro, das 9h às 6h e será on-line pelo Zoom. As vagas são limitadas e podem ser feitas diretamente no site cepp.org.br.

Envie esse post para aquele/a amigo/a que pode se interessar em participar.

Estamos na SMAM (Semana Mundial do Aleitamento Materno) e o tema deste ano é a amamentação e a volta ao trabalho. Mas, p...
02/08/2023

Estamos na SMAM (Semana Mundial do Aleitamento Materno) e o tema deste ano é a amamentação e a volta ao trabalho. Mas, porque algumas mães conseguem seguir com o aleitamento e outras não? Esse é certamente um problema multifatorial, afinal, cada mulher tem uma realidade, desde rede de apoio até condições financeiras. Mas, o que isso tem a ver? Bom, uma mulher que pega duas horas de ônibus para chegar até o trabalho não terá as mesmas oportunidades de fazer a ordenha do que a mulher que trabalha perto de casa e um escritório com sala de ordenha, por exemplo. Sem contar tantas mulheres que trabalham no mercado informal e sequer têm direitos trabalhistas, como a licença-maternidade remunerada. Muitas precisam retornar ao trabalho semanas após o parto e acabam interrompendo precocemente o aleitamento materno.

Winnicott propõe que, muitas vezes, um bebê não consegue ser amamentado por existir algum motivo que dificulta a adaptação da mãe às necessidades do seu filho, além de como o ambiente também interfere. Temos que refletir que essa continuidade do aleitamento pós fim da licença maternidade depende de muitas questões como essas que citei, além do desejo da mãe de seguir amamentando, o apoio do/a parceiro/a, da família e as condições que o trabalho oferece para que ela possa fazer a ordenha e estoque durante a sua jornada. 

Cultura pró-amamentsção, apoio social, se mostrar uma profissional ativa, não perder sua identidade como mulher, mãe e profissional, enfim, f**ar longe do bebê, segurança do bebê no cuidado extendido, são muitas questões envolvidas nesse retorno. Será que essa mãe quer seguir com a lactação ou não? Será que ela precisa de apoio e o recebe?  E orientação, ajuda? Muitas vezes, a psicóloga é uma profissional que pode ajudar a compreender sobre os fatores emocionais envolvidos na amamentação nestes novos passos que a envolvem.

Você conseguiu seguir amamentando após o fim da sua licença maternidade? O que te impediu?

Estou muito feliz em ter sido convidada para compor o Corpo de Docentes do 'Curso de Formação de Acompanhamento Terapêut...
28/07/2023

Estou muito feliz em ter sido convidada para compor o Corpo de Docentes do 'Curso de Formação de Acompanhamento Terapêutico no Judiciário' idealizado e realizado pelo Instituto Sustentáculo, composto por profissionais que atuam no Campo da Psicanálise e Acompanhamento Terapêutico.

O Curso de Formação de AT no Judiciário do Instituto Sustentáculo é pioneiro no Brasil e busca oferecer formação que aborde questões tanto teórica quanto práticas vivenciadas pelos profissionais acompanhantes terapêuticos e outros profissionais no trabalho realizado com as famílias junto ao dispositivo judicial.

Fonte:
Inscrições e maiores informações pela página do

Corre! Começa agora dia 03/08!

Que os avós são figuras para mimar os netos e para dar a sobremesa antes do jantar, a gente já sabe, mas...o que mais os...
26/07/2023

Que os avós são figuras para mimar os netos e para dar a sobremesa antes do jantar, a gente já sabe, mas...o que mais os avós trazem para a vida dos netos? São eles que trazem histórias da infância e do passado dos pais que, muitas vezes, sequer lembramos e tampouco conhecemos. Avós estendem a mão quando surge um trabalho de última hora e não tem quem pegue as crianças na escola e que te socorrem nas férias. São eles que sabem a comida preferida dos pequenos e fazem questão de fazer toda vez que vão visitá-los.

Os avós são mais tolerantes, mais pacientes, mais amorosos. É como se quisessem compensar com os netos e desfrutar com eles o que não conseguiram com os filhos quando eram pais. Mas, um grande desafio para os avós e pais é encontrar o equilíbrio, principalmente, quando os avós ajudam a cuidar e convivem diariamente com os netos para os pais trabalharem. É importante sempre ter em mente que os pais determinam as regras e os limites e que os avós devem respeitar a forma de criação escolhida, e este alinhamento entre rodas é essencial para esta relação de confiança. Dessa forma, a convivência entre as gerações tende a ser mais amorosa e respeitosa. Lembre-se que os avós são ‘pais com açúcar’ e é uma grande oportunidade poder conviver com eles. Feliz Dia dos Avós para todos! E se na sua família não tem, adote uma "avó postiça"!

A separação de um casal não deveria interferir na qualidade da relação de cada um com os filhos. Mas infelizmente não é ...
21/07/2023

A separação de um casal não deveria interferir na qualidade da relação de cada um com os filhos. Mas infelizmente não é o que se observa.

Após rompimentos conjugais, mais de 87,6% das crianças passam a f**ar sob a guarda das mães, 5,4% têm a guarda compartilhada entre os ex-companheiros, 5,3% f**am com o pai e cerca de 1,6% passa a viver com outros responsáveis (IBGE). Mas aqui, para além das questões da guarda, estamos falando da continuidade do cuidado e afeto com os filhos.

No Brasil, 12 milhões de famílias são formadas  por mães solo. E entre pais separados, infelizmente, são muitos os pais que acabam pegando os filhos apenas de 15 em 15 dias, ou seja, convivem com eles 4 dias  em um mês com 30 ou 31 dias. Quanto vínculo pode ser criado nesse período? Quanto é a participação efetiva dele na vida emocional, escolar e afetiva do seu filho? Agora, nas férias escolares, alguns pais dividem metade das férias com a mãe, metade com o pai. Mas, muitas vezes, os cuidados neste período acabam sendo de outra mulher: a avó paterna.

A indiferença afetiva de um genitor em relação a seus filhos, ainda que não exista abandono material e intelectual (prover condições econômicas) pode ser constatada como abandono afetivo.O Superior Tribunal de Justiça (STJ) hoje compreende que abandono afetivo constitui descumprimento do dever legal de cuidado, criação, educação e companhia presente, cabível de conceder indenização à criança pois fere seu Estatuto.

Então, pais, f**a a dica: a vida é um sopro e a infância deles ainda mais! Sejam pais presentes, independente de estar junto ou não com a mãe dos seus filhos. Aproveite sempre os momentos que pode ao lado deles! Sabemos que trata-se também de uma mudança cultural e de equidade de gênero. Sobre compreender que a paternidade é a forma de exercê-la é, para além de sua responsabilidade, uma oportunidade incrível para sua saúde, desenvolvimento de laços afetivos e constante crescimento pessoal.

Me diz: quantos dias dessas férias escolares você tem passado com os seus filhos?

E se com você pai ativo e participativo é diferente, conte aqui a importância de acompanhar o crescimento do seu filho para vocês dois! 

Como você se sente quando pisa com os pés descalços na grama com aquele solzinho batendo no seu corpo aquecendo num dia ...
19/07/2023

Como você se sente quando pisa com os pés descalços na grama com aquele solzinho batendo no seu corpo aquecendo num dia de inverno? Ou quando saboreia uma comida afetiva, aquela que remete a um prato que sua avó fazia? Você certamente sente sensações no seu corpo que são inexplicáveis, não é verdade? Mas, a ciência explica o que é.

Nosso corpo produz um verdadeiro coquetel hormonal no dia a dia e existem formas de ativarmos esses hormônios para termos uma vida mais feliz e realizada. Claro que no dia a dia temos que lidar com situações estressantes, que nos deixam nervosas, ansiosas e, muitas vezes, esgotadas! Mas, é possível ‘hackear’ esses hormônios fazendo algumas coisas simples para ativá-los no seu dia a dia. Você conhece esses hormônios? Como você usa eles a seu favor?



Você já deve ter ouvido uma mãe dizer que ‘morreria pelo seu filho’ (e acredito que o faria). Mas, que tal falar o inver...
14/07/2023

Você já deve ter ouvido uma mãe dizer que ‘morreria pelo seu filho’ (e acredito que o faria). Mas, que tal falar o inverso? “Eu viveria pelo meu filho”. Seu filho precisa de você! De uma mãe saudável - física e emocionalmente - e real acima de tudo! Ao também colocar você na sua lista de prioridades, você estará cuidando e vivendo também pelo e para o seu filho. Uma mãe mais consciente e bem com ela mesma, estará mais presente, mais disposta para poder cuidar de si e dos seus.

Quando passamos a nos olhar, percebemos nossas reais possibilidades e potencialidades, mas também nossos desafios, nossas delicadezas e nossos limites. Aprendemos a lidar melhor com eles e ser a mãe possível, mas que vive em maior consonância com sua própria forma de querer viver.

Já parou para pensar nisso? Então, troque essas frases por essas. Como você tem se cuidado por aí?

A forma como nos comunicamos também diz sobre como a comunicação se fez na nossa infância e nos nossos processos de dese...
07/07/2023

A forma como nos comunicamos também diz sobre como a comunicação se fez na nossa infância e nos nossos processos de desenvolvimento. Gentil e empática? Acolhedora e incentivadora? Somente dura e crítica? Aprender a se comunicar é um desafio, e reaprender, maior ainda.

Nem sempre falamos da melhor forma com as pessoas, em especial com as crianças. Ao ver uma criança chorar, é comum ouvirmos muitos adultos falarem: “não precisa chorar” ou “pare de chorar” na tentativa de fazer aquela criança se calar. Mas, quando você está com um amigo, namorado ou colega de trabalho e ele chora, qual sua reação? Certamente não manda ele parar de chorar e se calar.

Normalmente a atitude mais comum é sermos empáticos, darmos o ombro para ele chorar, aconselhamos, etc. Por que com as crianças não fazemos o mesmo? Separei aqui algumas frases que você pode substituir no seu dia a dia com uma criança. Assim, você vai criar uma pessoa mais forte, segura e que é respeitada e se sente amada desde cedo.

E se percebe que a forma que se comunica traz dificuldades nas suas relações sociais inclusive pessoais com seu filho, talvez possa buscar compreender o que por dentro precisa ser olhado. Sempre é tempo para ouvir o que por dentro é difícil falar! 

Que frases mais vocês acrescentariam na lista? Arraste para o lado para ver!

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