GECI Grupo de Estudos sobre Conflitos Internacionais - Faculdade de Relações Internacionais da PUC-SP

Grupo de Estudos sobre Conflitos Internacionais da PUC-SP

A proposta do grupo é monitorar os conflitos internacionais por meio de uma abordagem interdisciplinar da violência contemporânea com foco na sociologia histórica, levando em consideração a dinâmica dos processos e atores transnacionais. Propõe-se um espaço de reflexão e elaboração de análises que contribua para a pluralidade na produção c

ientífica no campo das Relações Internacionais. Visamos criar um espaço de leitura e reflexão teórica sobre os processos sociais violentos; proporcionar a troca de experiência entre membros do grupo nas diversas propostas de pesquisa; e a produção de análise conjuntural especializada.

24/09/2024

Em 1 de dezembro de 2023, o Brasil assumiu a presidência do G20 sob o lema "Construindo um mundo mais justo e um planeta sustentável". Fundado em 1999, o grupo reúne as dezenove principais economias globais juntamente com a União Europeia. Na Cúpula realizada em outubro de 2022, em Nova Déli, Índia, o grupo foi ampliado para incluir os 55 países que compõem a União Africana. Atualmente, o G20 representa cerca de 90% do PIB global, 80% do comércio internacional e abrange aproximadamente dois terços da população mundial.
Durante a presidência brasileira, os temas prioritários incluem o combate à fome, à pobreza e à desigualdade, as três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, social e ambiental), bem como a reforma da governança global. Ao longo deste ano, estão sendo realizadas diversas atividades nas cinco regiões do Brasil, com o objetivo de descentralizar as atividades e tornar o G20 um fórum mais acessível. Esse processo culminará na Cúpula de Líderes do G20, programada para os dias 18 e 19 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro.
Para debater essas questões e outras questões, o Terra em Transe de hoje entrevista o professor Laerte Apolinário, doutor em Ciência Política (USP), mestre em Relações Internacionais (USP) e professor de Relações Internacionais da PUC-SP.

05/09/2023

Entre os dias 22 e 24 de agosto, ocorreu a XV Cúpula dos Brics, sediada em Joanesburgo, na África do Sul. Dentre os principais resultados da reunião está o convite feito a 6 países – Argentina, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã – para integrarem o bloco a partir de 1º de janeiro de 2024. A ampliação do BRICS e o uso de moedas locais nas transações entre os membros levanta suspeitas sobre um antagonismo à ordem vigente liberal, contraposição ao G7 (composto por Canadá, França, Alemanha, Japão, Reino Unido, Itália e EUA), e busca por uma independência do sul global.
Para conversar sobre o tema, convidamos o professor da UEPB Alexandre César Cunha Leite, doutor em Ciências Sociais e Relações Internacionais, mestre em economia política, ambos pela PUC-SP e graduado em economia. Coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisa em Ásia-Pacífico (GEPAP/UEPB/CNPq), Pesquisador do Grupo de Pesquisa sobre Potências Médias (GPPM/PUCMINAS/CNPq), pesquisador do Grupo de pesquisa FomeRI, especialista em China e criador do SACIAR ().

29/08/2023

Na última semana, entre os dias 22 e 24 de agosto, ocorreu a XV Cúpula dos Brics, sediada em Joanesburgo, na África do Sul. Além da presença de representantes de todos os países membros do bloco, a cúpula contou com a participação de mais de 60 chefes de Estado e governo para
discussões acerca do futuro do bloco no que diz respeito à sua expansão, ao uso do dólar em suas trocas comerciais e outras pautas, como a atual guerra entre Rússia e Ucrânia.
Para fazer um balanço de como foi a cúpula e os resultados obtidos dela, o Terra em Transe convida o professor de Relações Internacionais da PUC-SP Laerte Apolinário Júnior, doutor em ciência política e mestre em RI pela Universidade de São Paulo (USP).

23/08/2023

Essa semana, entre os dias 22 e 24 de agosto, acontecerá a 15ª Cúpula de Líderes do BRICS em Joanesburgo, capital sul-africana. O encontro contará com a presença dos líderes de todos os países membros, exceto o presidente russo Vladimir Putin, que participará por teleconferência, em razão do mandado de prisão por crimes de guerra emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) em março desse ano.
Dentre os principais temas a serem tratados na reunião está o conflito russo-ucraniano, a adoção de moedas locais como base para transações econômicas entre os membros do BRICS e a expansão do bloco. China e Rússia pressionam os demais integrantes do BRICS (Brasil, Índia e África do Sul) a acelerar o processo de adesão de outros países candidatos ao bloco. A ampliação do BRICS é discutida há anos, mas recentemente tem sido impulsionada pela disputa geopolítica cada vez mais acirrada entre China e Estados Unidos, e pela retração ocidental nas relações com a Rússia devido à invasão da Ucrânia.
Para conversar sobre esse assunto, o Terra em Transe convidou o professor da PUC-SP Augusto Leal Rinaldi, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em BRICS.

15/08/2023

Em Agosto de 1953, teve fim a Guerra da Coreia que dividiu o país. O conflito foi o primeiro embate armado da Guerra Fria e foi fundamental para a ascensão imperialista dos EUA. 70 anos depois do fim das hostilidades, as Coreias do Sul e do Norte ainda estão longe de chegar a qualquer acordo de paz ou união. Saiba mais sobre estes eventos no episódio do Terra em Transe desta semana com o professor de História da UFPB Fernando Pureza.

Terra em Transe  #106 | Imperialismo dos EUA na Guerra Fria: 70 anos do golpe no IrãHá 70 anos, agosto de 1953, os EUA i...
07/08/2023

Terra em Transe #106 | Imperialismo dos EUA na Guerra Fria: 70 anos do golpe no Irã

Há 70 anos, agosto de 1953, os EUA iniciavam a escalada de intervenções no Oriente Médio que, até então, estava sob o dominio dos imperios inglês e francês. Mas, não houve desembarque de fuzileiros navais nem qualquer tipo de ação militar direta. As agências de ineliGência dos EUA e da Grà Bretanha planejaram e executaram um golpe de estado em articulação com as elites iranianas que resultou na deposição do primeiro ministro eleito Mossadegh, que havia iniciado programa de nacionalização de petróleo. Esse modus operandi de patrocínio de golpes se tornou modelo em vigência até os dias atuais.

Para conversarmos sobre esse tema, o Terra em Transe entrevista o Professor Reginaldo Nasser (PUC-SP).

Link de transmissão: https://www.youtube.com/live/JBrBq8NGKRo?

O Terra em Transe, nosso programa semanal na TV PUC, está de cara nova!Estamos muito animados para retomar nossas conver...
07/08/2023

O Terra em Transe, nosso programa semanal na TV PUC, está de cara nova!

Estamos muito animados para retomar nossas conversas semanais. Fiquem ligados no perfil do GECI para acompanhar os nossos novos episódios 🙂

E aí, gostaram do nosso novo logotipo?

O pesquisador do GECI, João Fernando Finazzi, publicou artigo de opinião no Brasil de Fato sobre os dois anos pós-assass...
11/07/2023

O pesquisador do GECI, João Fernando Finazzi, publicou artigo de opinião no Brasil de Fato sobre os dois anos pós-assassinato do ex-presidente haitiano Jovenel Moïse e as crises que sucederam o episódio.

EUA defendem intervenção estrangeira, mas Brasil e Canadá recusam o papel

Terra em Transe  #105 | Rússia e Ucrânia: a paz é possível?Após 16 meses de conflito entre a Rússia e a Ucrânia, as expe...
27/06/2023

Terra em Transe #105 | Rússia e Ucrânia: a paz é possível?

Após 16 meses de conflito entre a Rússia e a Ucrânia, as expectativas sobre as tratativas de paz se tornam ainda mais latentes em todo o mundo. Enquanto líderes dos países ocidentais negociam de forma unilateral com Volodymyr Zelensky, lideranças de países em desenvolvimento ressaltam a importância da inclusão da Rússia nas conversas diplomáticas que visam um cessar-fogo.

Durante esse período, a Rússia conseguiu ocupar partes do leste e sul ucraniano, tendo inclusive realizado referendos e incorporado quatro dessas províncias ao seu território. Contudo, Moscou tem sofrido significativos revezes: além da contraofensiva ucraniana, nesse último final de semana, o líder do Grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, rebelou-se contra o comando militar russo. Apesar do motim ter se encerrado em menos de 24 horas, isso revelou uma certa fragilidade do Kremlin ao lidar com mercenários que atuam do seu lado no território Ucraniano.

Abordando a participação brasileira no atual contexto, as considerações necessárias para um acordo de paz e as perspectivas futuras para o conflito, Fernanda Albuquerque e Giovana Branco entrevistam Ana Livia Esteves, correspondente do veículo de notícias russo RIA Novosti e doutoranda em Relações Internacionais na Higher School of Economics de Moscou.

Link de transmissão: https://www.youtube.com/watch?v=ni0TuxxTErE

Endereço

Rua Monte Alegre 984
São Paulo, SP
05014-901

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