11/01/2018
Se no contexto da população geral, no pleno exercício de cidadania, o acesso aos serviços de atenção primária por
parte dos homens é motivo de preocupação, o que dizer daqueles que vivem à margem da sociedade?
Um estudo constatou que 21,7% dessa população foi impedida de ter acesso em órgãos públicos em algum momento
de sua vida por falta de documentos. Isso mostra que existem dificuldades ao direito do exercício pleno da cidadania por
parte desse grupo, tendo em vista que somente uma parcela deles possui documentos. Quanto à saúde, 29,7% afirmou
ter algum problema nessa área. É notável a necessidade de atenção a esse grupo populacional, com politicas públicas
voltadas para suas necessidades, em especial no que concerne à saúde. Visto que, por conta de suas condições de
vida, estão expostos a riscos de toda natureza e podem tornar-se, de forma involuntária, potenciais disseminadores de
doenças, agravando problemas de saúde pública, considerando que costumam se instalar em áreas públicas de acesso
a todos.
Saiba mais no artigo "Homens vivendo em situação de rua e o acesso aos serviços de Atenção Primária à Saúde": https://goo.gl/jS4dmB.
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