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😮‍💨 Tosse crônica na criança: quando deixa de ser “só viral”?A tosse é um dos sintomas mais frequentes na pediatria — ma...
19/05/2026

😮‍💨 Tosse crônica na criança: quando deixa de ser “só viral”?

A tosse é um dos sintomas mais frequentes na pediatria — mas sua persistência merece atenção.

📌 Nem toda tosse prolongada está relacionada apenas a infecções virais recorrentes.

🔍 Entre as principais causas estão:
• asma
• rinossinusite
• gotejamento pós-nasal
• refluxo gastroesofágico
• infecções prolongadas

🚨 Sinais de alerta:
• perda de peso
• febre persistente
• dificuldade respiratória
• tosse noturna importante
• hemoptise
• alteração do crescimento

🧠 O tempo de evolução e os sintomas associados ajudam a direcionar a investigação.

👉 Persistência também é dado clínico importante.

📚 Tema essencial na prática pediátrica ambulatorial.

🧪 Hemograma na infância: quais alterações realmente preocupam?O hemograma é um dos exames mais solicitados na pediatria ...
18/05/2026

🧪 Hemograma na infância: quais alterações realmente preocupam?

O hemograma é um dos exames mais solicitados na pediatria — mas interpretar alterações isoladas sem contexto pode levar a erros de conduta.

📌 Nem toda alteração exige investigação extensa.
O principal é correlacionar exame, idade e quadro clínico.

🔍 Alterações frequentemente benignas:
• linfocitose em quadros virais
• leucocitose reacional
• neutropenia transitória pós-viral
• pequenas variações laboratoriais

🚨 Sinais que merecem atenção:
• acometimento de múltiplas séries
• anemia importante
• plaquetopenia persistente
• blastos ou alterações morfológicas
• sintomas sistêmicos associados

🧠 O exame laboratorial não substitui avaliação clínica — ele complementa o raciocínio.

👉 Interpretar o hemograma vai muito além de olhar valores isolados.

📚 Tema essencial na prática pediátrica.

🥛 Alergia alimentar na infância: quando suspeitar de verdadeNem toda reação após a alimentação significa alergia aliment...
14/05/2026

🥛 Alergia alimentar na infância: quando suspeitar de verdade

Nem toda reação após a alimentação significa alergia alimentar.

📌 O diagnóstico exige correlação clínica cuidadosa — evitar exclusões alimentares desnecessárias é tão importante quanto reconhecer casos reais.

🔍 Situações que podem sugerir alergia alimentar:
• urticária após ingestão
• vômitos recorrentes relacionados ao alimento
• sintomas respiratórios imediatos
• dermatite persistente associada
• sangue nas fezes em lactentes

🚨 Pontos de atenção:
• sintomas inespecíficos isolados raramente confirmam alergia
• te**es sem indicação podem gerar interpretações erradas
• restrições alimentares inadequadas impactam crescimento e qualidade de vida

🧠 O diagnóstico deve unir história clínica, exame físico e investigação adequada.

👉 Suspeitar de tudo pode ser tão prejudicial quanto não reconhecer casos verdadeiros.

📚 Tema essencial na prática pediátrica.

🌡️ Febre sem foco na infância: quando observar e quando investigarA febre sem foco é uma das situações mais comuns — e m...
11/05/2026

🌡️ Febre sem foco na infância: quando observar e quando investigar

A febre sem foco é uma das situações mais comuns — e mais desafiadoras — na pediatria.

📌 Nem toda febre exige exames imediatos.
O principal ponto é avaliar o risco clínico da criança.

🔍 A conduta deve considerar:
• idade
• estado geral
• duração da febre
• vacinação
• sinais associados
• exame físico completo

🚨 Sinais de alerta:
• prostração
• irritabilidade importante
• dificuldade respiratória
• má perfusão
• alteração neurológica
• febre persistente

🧠 O contexto clínico continua sendo mais importante do que a temperatura isoladamente.

👉 Observar também é conduta — quando feita com critério.

📚 Tema essencial na prática pediátrica e no pronto atendimento.

💊 Antibioticoterapia na infância: quando indicar e quando evitarAntibióticos transformaram a pediatria — mas o uso inade...
06/05/2026

💊 Antibioticoterapia na infância: quando indicar e quando evitar

Antibióticos transformaram a pediatria — mas o uso inadequado continua sendo um dos maiores desafios da prática clínica.

📌 Nem toda febre ou infecção respiratória exige antibioticoterapia.

🔍 Quando geralmente NÃO há indicação:
• infecções virais
• resfriado comum
• bronquiolite
• maioria das faringites sem critérios bacterianos

🚨 Riscos do uso inadequado:
• resistência bacteriana
• efeitos adversos
• alteração da microbiota
• aumento de condutas desnecessárias

🧠 A decisão deve ser baseada em avaliação clínica, critérios diagnósticos e probabilidade de infecção bacteriana.

👉 Prescrever antibiótico sem indicação não é prevenção — é risco.

📚 Tema essencial para uma prática pediátrica segura e racional.

🦴 Dor óssea na infância: dores do crescimento ou sinal de alerta?Dor em membros é uma queixa comum na infância — e, na m...
05/05/2026

🦴 Dor óssea na infância: dores do crescimento ou sinal de alerta?

Dor em membros é uma queixa comum na infância — e, na maioria das vezes, está relacionada a quadros benignos.

📌 As chamadas “dores do crescimento” são frequentes, mas o diagnóstico é clínico e exige atenção aos detalhes.

🔍 Características das dores do crescimento:
• dor bilateral em membros inferiores
• predominante no período noturno
• sem limitação funcional durante o dia
• exame físico normal

🚨 Sinais de alerta:
• dor persistente ou progressiva
• dor localizada
• limitação funcional
• claudicação
• febre ou sintomas sistêmicos
• alteração no exame físico

🧠 Nem toda dor é benigna — o padrão clínico define a necessidade de investigação.

👉 Saber diferenciar evita tanto excesso de exames quanto atraso no diagnóstico.

📚 Tema essencial na prática pediátrica.

🔎 Linfonodomegalia na criança: quando observar e quando investigarLinfonodos aumentados são um achado frequente na infân...
29/04/2026

🔎 Linfonodomegalia na criança: quando observar e quando investigar

Linfonodos aumentados são um achado frequente na infância — e, na maioria das vezes, estão relacionados a processos benignos e reacionais.

📌 O desafio é diferenciar situações esperadas de quadros que exigem investigação.

A avaliação deve considerar:
• localização
• tamanho
• consistência
• tempo de evolução
• sinais associados

🔍 Achados mais sugestivos de causas benignas:
• linfonodos móveis e dolorosos
• relação com infecção recente
• regressão progressiva
• localização cervical anterior

🚨 Sinais de alerta:
• linfonodos endurecidos ou fixos
• aumento persistente/progressivo
• localização supraclavicular
• hepatoesplenomegalia
• sintomas constitucionais

🧠 O linfonodo isolado raramente é o diagnóstico — o contexto clínico orienta a conduta.

👉 Saber quando observar e quando investigar evita tanto excesso quanto atraso diagnóstico.

📚 Tema essencial na prática pediátrica.

🩸 Plaquetopenia na criança: quando é pós-viral e quando investigar doenças gravesPlaquetopenia é um achado que gera preo...
28/04/2026

🩸 Plaquetopenia na criança: quando é pós-viral e quando investigar doenças graves

Plaquetopenia é um achado que gera preocupação — mas nem toda queda de plaquetas indica doença grave.

📌 Em muitos casos, pode ser transitória e relacionada a infecções virais.
O desafio está em reconhecer quando ampliar a investigação.

🔍 Causas benignas mais comuns:
• plaquetopenia pós-viral
• púrpura trombocitopênica imune (PTI)
• alterações transitórias laboratoriais

🚨 Sinais de alerta para investigação:
• acometimento de outras séries do hemograma
• hepatoesplenomegalia
• sintomas constitucionais
• sangramentos importantes
• plaquetopenia persistente ou progressiva

🧠 O número de plaquetas isoladamente não define conduta — o contexto clínico é fundamental.

👉 Saber quando observar e quando investigar muda completamente o manejo.

📚 Tema essencial na prática pediátrica e na interpretação crítica do hemograma.

🌡️ Exantema na infância: viral ou algo além?Lesões de pele associadas à febre são comuns na pediatria — mas nem todo exa...
23/04/2026

🌡️ Exantema na infância: viral ou algo além?

Lesões de pele associadas à febre são comuns na pediatria — mas nem todo exantema é benigno.

📌 O principal desafio é diferenciar quadros virais autolimitados de condições que exigem atenção imediata.

🔍 Exantemas virais geralmente apresentam:
• bom estado geral
• evolução autolimitada
• padrão típico (ex: roséola, exantema súbito)
• melhora progressiva

🚨 Sinais de alerta:
• petéquias ou púrpuras
• comprometimento do estado geral
• febre persistente
• dor intensa ou irritabilidade
• lesões atípicas ou progressivas

🧠 A avaliação clínica e o padrão das lesões são fundamentais para a conduta.

👉 Nem todo exantema é só viral — e reconhecer isso faz diferença.

📚 Tema essencial na prática ambulatorial e no pronto atendimento.

🫁 Criança com chiado no peito: asma ou bronquiolite?Chiado no peito é um achado frequente na infância — mas nem todo sib...
21/04/2026

🫁 Criança com chiado no peito: asma ou bronquiolite?

Chiado no peito é um achado frequente na infância — mas nem todo sibilo é asma.

📌 Diferenciar bronquiolite de asma é essencial, principalmente nos primeiros anos de vida.

🔍 Bronquiolite geralmente apresenta:
• lactentes (principalmente < 2 anos)
• primeiro episódio de sibilância
• quadro viral associado
• desconforto respiratório progressivo

🔍 Asma geralmente apresenta:
• episódios recorrentes de sibilância
• história pessoal ou familiar de atopia
• melhora com broncodilatador
• sintomas fora de quadros infecciosos

🚨 Sinais de gravidade:
• tiragem intensa
• saturação baixa
• dificuldade alimentar
• prostração

🧠 A idade da criança e o padrão dos episódios são fundamentais para o diagnóstico.

👉 Nem todo chiado é asma — e isso muda completamente a conduta.

📚 Tema essencial na prática pediátrica e no pronto atendimento.

🩸 Anemia na infância: quando é ferropriva e quando investigar outras causasA anemia é um dos achados mais comuns na pedi...
21/04/2026

🩸 Anemia na infância: quando é ferropriva e quando investigar outras causas

A anemia é um dos achados mais comuns na pediatria — e nem sempre é apenas deficiência de ferro.

📌 Diferenciar uma anemia ferropriva de outras etiologias é essencial para uma conduta adequada.

🔍 Anemia ferropriva geralmente apresenta:
• hemoglobina baixa
• VCM reduzido (microcitose)
• ferritina diminuída
• RDW aumentado

🧪 Quando pensar além da ferropriva:
• ausência de resposta ao tratamento com ferro
• história familiar positiva
• anemia importante ou atípica
• alterações em outras séries do hemograma

🚨 Possíveis diagnósticos diferenciais:
• talassemias
• anemias hemolíticas
• doenças crônicas
• deficiência de outras vitaminas

🧠 O hemograma deve ser interpretado em conjunto com o contexto clínico — tratar sem investigar pode atrasar o diagnóstico correto.

👉 Nem toda anemia é ferropriva.

📚 Tema essencial na prática pediátrica e na leitura crítica de exames.

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