Universidade Pedagógica de Maputo - UPM

Universidade Pedagógica de Maputo - UPM A UP é uma Universidade pública moçambicana que tem a principal missão de formar professores e quadros da educação com nível superior.

A Universidade Pedagógica de Maputo (UPM) é uma instituição social de utilidade pública vocacionada à formação de professores, quadros de Educação e áreas afins de nível superior, com competência para leccionar, realizar pesquisa e prestar serviços na área de Educação e outros sectores. Foi criada em 1985 como Instituto Superior Pedagógico (ISP) pelo Diploma Ministerial n.º 73/85, e transformada e

m Universidade Pedagógica, em 1995. A UP rege-se por estatutos próprios aprovados no ano da sua transformação pelo Decreto do Conselho de Ministros n.º 13/95 de 25 de Abril, o qual define a missão da instituição, os seus órgãos de gestão colegial e administrativa. Visão:
Garantir a qualidade dos cursos e expandir o Ensino Superior para mais províncias. Formar professores para todos os níveis de ensino (infantil, primário, secundário, especial, técnico-profissional, alfabetização e educação de adultos e superior). Valores:
Autonomia
Excelência
Liberdade-Democracia
Confiança
Glocalidade
Responsabilidade Social
Justiça e Equidade

03/09/2026
02/09/2026
UP-Maputo O LUGAR DE MOÇAMBIQUE E DA ÁFRICA SUBSAARIANA NA ECONOMIA GLOBAL É PREOCUPANTE  Economista José Sulenane mostr...
01/09/2026

UP-Maputo

O LUGAR DE MOÇAMBIQUE E DA ÁFRICA SUBSAARIANA NA ECONOMIA GLOBAL É PREOCUPANTE

Economista José Sulenane mostrou os números da nossa vulnerabilidade em Aula Aberta.

Em mais uma actividade de extensão universitária, a Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo) acolheu, na segunda-feira (31), na Sala dos Grandes Actos, uma Aula Aberta subordinada ao tema ‘‘Um mundo sob tensão: crescimento, inflação e os riscos geopolíticos 2026–2027’’, que foi ministrada pelo economista José Sulemane, antigo funcionário do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Na sua apresentação, o Professor José Sulemane explicou que a abordagem partiu da conjuntura internacional, com particular atenção aos conflitos no Médio Oriente e África Subsariana onde a situação é preocupante, por tornar a economia mais vulnerável. ‘‘É fundamental avaliar a capacidade do país para honrar a sua dívida e definir prioridades para a aplicação dos recursos, incluindo nos megaprojectos.

“Quando ocorrem situações como guerras no Médio Oriente, surgem constrangimentos que dificultam a resolução dos problemas de aquisição no país, neste âmbito, é urgente investir na agricultura e em áreas produtivas. Nesta perspectiva, o reforço da produção de alimentos pode contribuir para a estabilidade económica e social, desde que sejam definidas as prioridades de desenvolvimento’’, indicou o economista Sulemane, tendo acrescentado que é necessário adoptar medidas ajustadas às necessidades essenciais da população.

Na ocasião, o reitor da UP-Maputo, Professor Jorge Ferrão, considerou que a instituição deve ser um espaço de partilha de experiências e de debate. ‘‘Vivemos num ambiente económico e é importante sentarmo-nos para debater este tema’’, afirmou.

Num outro desenvolvimento, Ferrão defendeu que Moçambique não deve permanecer à margem das transformações em curso, sendo necessário promover mudanças que permitam ao país acompanhar o actual contexto económico internacional. ‘‘Iniciativas desta natureza têm um valor acrescido por reunirem estudantes, professores e antigos dirigentes com conhecimento directo da realidade económica do país.’’

Numa Aula Aberta bastante concorrida, na hora de perguntas e respostas, outro tema acabou por ser chamado à centralidade. O economista Tomás Tibana recuou no tempo, ao ano de 1992 e falou da morte da nossa indústria do cajú.
O assunto rapidamente avivou a memória de ilustres presentes como foi o caso do economista Tomás Salomão, antigo ministro do plano e finanças e o jurista Abdul Carimo Issá, que viveram de forma directa e intensa o triste episódio em que o governo de Moçambique cedeu à pressão do Banco Mundial e FMI, tendo autorizado a exportação de castanha de cajú em bruto, com consequências catastróficas para a industria local e consequente desemprego em massa.
No calor da discussão o Reitor Jorge Ferrão prometeu que a UPM vai organizar um debate sobre o assunto.

Por:
GCI-UPM

VIII EDIÇÃO DAS PRÁTICAS PROFISSIONALIZANTESUP-MAPUTO CONECTA ESTUDANTES AO MERCADO DE TRABALHO“Da sala de aula ao mundo...
27/08/2026

VIII EDIÇÃO DAS PRÁTICAS PROFISSIONALIZANTES

UP-MAPUTO CONECTA ESTUDANTES AO MERCADO DE TRABALHO

“Da sala de aula ao mundo profissional: experiências que transformam a formação” foi o lema da VIII edição das Práticas Profissionalizantes (PP’s) realizadas nesta quarta-feira, 26 de Agosto, pela Universidade Pedagógica de Maputo (UPM). O evento que decorreu na Escola Secundária Estrela Vermelha foi testemunhado por diversas individualidades do ramo académico e económico.

Falando sobre a ocasião, o representante dos Serviços Sociais a nível da Cidade de Maputo, Zacarias Mangane, destacou a importância de se materializar a prática além da teoria. “Esta actividade é uma das formas de contribuir para o fortalecimento do ensino no país, pois, além de transformar, é missão do estudante mudar a comunidade”, ressaltou Mangane.

Por sua vez, a directora da escola, Filomena Arnança, afirmou que acolher a oitava edição das PP’s é uma das estratégias de estreitar as relações entre a UPM e a escola secundária, como forma de colher experiências e capacitar os seus alunos.

Durante as intervenções de convidados especiais, Gabriel Júnior partilhou com os estudantes a sua história de vida, destacando a educação como um dos pilares para superar os desafios e garantir o desenvolvimento socioeconómico de Moçambique. Posição corroborada pela Professora Angelina Chitlhango que referiu que os alunos devem estudar para solucionar problemas e servir à sociedade. “O nosso maior foco tem que ver com a produção do conhecimento científico, capaz de trazer soluções dentro e fora da sala de aulas”, instou a Professora Chitlango.

Um dos participantes do evento foi o Dr. Jorge Hwang, professor e influenciador digital, que destacou a persistência, o foco e resistência como ferramentas para desenvolver uma carreira profissional consolidada. “A pessoa que seremos no futuro, depende do que somos hoje, por isso, não basta ser só competente, deve investir e acreditar no seu potencial”, salientou o professor.

Além de ser um espaço de interacção entre a comunidade académica e os painelistas, a cerimónia teve a apresentação de práticas das faculdades, actividades culturais e recreativas, exposição de projectos e produtos desenvolvidos pelos estudantes.

Mais do que uma exigência académica, as PP’s consolidam-se como ponte estratégica entre a teoria da sala de aula e o dinamismo do mercado de trabalho, ao promoverem uma aprendizagem contínua e sustentável.

As Faculdades e Centros de Pesquisa da UPM marcaram presença expondo o seu potencial e divulgando o que se faz na Universidade como forma de informar e alargar as opções de escolha de cursos.

GCI-UPM

27/08/2026

II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLOGIA

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UP-MAPUTO SIMPÓSIO DISCUTEINOVAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DO CONHECIMENTO PARA SISTEMAS ALIMENTARES SUSTENTÁVEIS  A Faculdade d...
26/08/2026

UP-MAPUTO

SIMPÓSIO DISCUTE
INOVAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DO CONHECIMENTO PARA SISTEMAS ALIMENTARES SUSTENTÁVEIS

A Faculdade de Engenharias e Tecnologias (FET), em três dias, transforma a Universidade Pedagógica de Maputo, no centro da discussão sobre o futuro das ciências agrárias em Moçambique. Com efeito, decorre desde ontem, terça-feira (25) até amanhã, quinta-feira (27), no Campus de Lhanguene, O II Simpósio Internacional de Ciências Agrárias e Tecnologia Alimentar (SICATA), que reúne no mesmo Anfiteatro, docentes, investigadores, agrónomos, extensionistas, estudantes e outros interessados na matéria.

O foco da discussão passa pela busca de inovação e transformação do conhecimento para sistemas alimentares sustentáveis.
Falando na abertura do evento a Profa. Doutora Leonilda Sanveca, disse estar ciente de que as reflexões que serão partilhadas no simpósio, contribuirão para o fortalecimento do diálogo entre a academia, as instituições públicas, os parceiros de desenvolvimento e os produtores, apontando caminhos para um desenvolvimento agrário mais sustentável, resiliente e inclusivo em Moçambique. Este encontro científico representa muito mais do que um espaço de apresentação de resultados de investigação. É a reafirmação do compromisso da UPM com a produção do conhecimento, a inovação e com a busca de soluções capazes de responder aos desafios que a agricultura, a alimentação e o ambiente colocam ao nosso país, disse a Vice-reitora, para depois acrescentar que, nenhuma instituição, por mais forte que seja, conseguirá enfrentar sozinha estes desafios. Precisamos de universidades que investiguem, de governos que apoiem políticas baseadas em evidências, de produtores que adaptem tecnologias adequadas e de pesquisadores capazes de transformar conhecimento em soluções concretas. É precisamente por isso que a UPM continuará a investir na pesquisa científica, na formação de pós-graduação e na aproximação entre conhecimento académico e as necessidades reais da sociedade.

No final da sua intervenção, Leonilda Sanveca, deixou uma mensagem particular aos estudantes: “A ciência cresce quando existe curiosidade, diálogo e vontade de transformar a realidade em que vivemos na família, no bairro, na cidade, no país, na região e no mundo, por isso, participem activamente; questionem; aprendam com a iniciação científica e construam redes de colaboração”.

A Coordenadora da Comissão Organizadora, Profa. Doutora Glória Manhique, disse que o II SICATA tem como objectivos: Promover a divulgação da produção científica nas áreas das ciências agrárias e tecnologia alimentar; Estimular a inovação tecnológica aplicada ao sector agro-alimentar; Fortalecer redes nacionais e internacionais de investigação e cooperação académica; Incentivar o diálogo entre a academia, sector produtivo, instituições públicas e sociedade civil; Contribuir para o desenvolvimento de soluções resilientes para os desafios das mudanças climáticas e da sustentabilidade.

O primeiro dia do Simpósio foi preenchido por uma Mesa Redonda com o tema: “Reflexões Estratégicas para o desenvolvimento Agrário em Moçambique: Cooperação, Investigação e Acção no Terreno”. Participaram no painel os representantes da Federação Nacional das Associações Agrárias (FENAGRI), da JICA em Moçambique, do Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM), da União Nacional das Cooperativas (UNAC) e da Direcção Nacional de Agricultura (DINAG – MAAP).

Por:
H. Sueia e Daniel Bila (Fotos)
GCI - UPM

26/08/2026

SISTEMA HÍBRIDO

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25/08/2026

II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLOGIA ALIMENTAR (SICATA

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