A criação de um curso na área do Turismo – conferindo o grau de bacharel – teve lugar no ano de 1994, através da Portaria n.º 943/94, de 24 de Outubro – Técnico de Turismo. Quando surgiu a Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTIG) no ano de 1995, o curso de Turismo foi alvo de um processo de transição, através da Portaria n.º 1337/95, de 10 de Novembro, passando a fazer parte da oferta format
iva desta nova escola. A Portaria n.º 173/98, de 16 de Março, marca uma 1ª alteração do Curso nessa altura já ministrado na actual Escola (ESTIG). O seu plano de estudos foi modificado e foi aprovado o regime nocturno, em 4 anos lectivos. O Curso continuou a conferir o mesmo grau de bacharel, com a duração de 3 anos lectivos, em regime diurno. Com a alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo em 1997 (Lei n.º 115/97, de 19 de Setembro), bem como da resolução tomada pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, foi tomada a decisão interna de se avançar para o grau de Licenciatura – a Portaria n.º 413-E/98, de 17 de Julho, aprova a criação dos Cursos bietápicos de Licenciatura – surgindo pela primeira vez a designação de Licenciatura em Estratégia e Gestão Turísticas (EGT). Assim, a Portaria n.º 404/99, de 1 de Junho, aprova uma nova alteração do plano de estudos da Licenciatura bietápica em EGT, criando formalmente o 2º ciclo do curso. A penúltima alteração ao plano de estudos decorreu da implementação do Processo de Bolonha em Portugal. Este contexto conjuntural conduziu a uma adequação do então Curso de EGT ao Processo de Bolonha, de acordo com o estipulado no Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março. Os objectivos gerais do Curso na essência mantiveram-se. O então Curso de EGT passou a designação para Curso de Turismo. Consequentemente, o plano de estudos propõe uma formação generalista, embora com um perfil mais orientado para a área de produtos e actividades turísticas, com um reforço de unidades curriculares que visam incentivar a criação do próprio negócio. O novo plano valoriza ainda um conhecimento prático e aplicado adquirido em visitas de estudo, participação e organização de seminários, contacto com aplicações informáticas no sector, participação em eventos organizados pelo sector público e privado de turismo. Entrou em vigor a partir do ano lectivo de 2011-12 (Despacho nº 9220/2011 do Diário da República, 2ª série, de 22/07/2011), um elenco curricular renovado em 4 grandes domínios:
1. Actualização de conteúdos
3. Especialização de conteúdos
4. Reforço da componente prática
O Curso está Acreditado em Pleno (por um período de 5 anos) pela A3ES.