Com este ciclo de formação, e como resultado da aprendizagem, os graduados com o Mestrado em Recursos Florestais pela Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra demonstram:
Cultura científica para entender as inter-relações dos subsistemas que integram os sistemas florestais e a sua função na promoção do desenvolvimento sustentável e do bem-estar da sociedade;
Cultura tecnológica
que lhe permita intervir, com capacidade de análise, previsão e simulação das consequências das suas acções e opções, e usando as tecnologias da informação mais modernas e adequadas, na gestão sustentável dos espaços florestais e dos recursos naturais associados;
Cultura ambiental, como referência integradora e reguladora da sua actividade profissional futura como agente de desenvolvimento;
Consciência social, ética e profissional, e um claro sentido do seu papel na dinâmica socio-técnico-económica e ambiental que suporta o desenvolvimento sustentável;
Capacidade de comunicação e de intervenção, de forma a poder constituir-se como um eficiente veículo de transmissão de conhecimento e na promoção da participação e da partilha de informação relacionada com a gestão dos recursos florestais. A ESAC é uma escola que está integrada no Instituto Politécnico de Coimbra, globalmente orientada para a prossecução dos objetivos do ensino superior politécnico no âmbito das tecnologias, das ciências e engenharias agrárias e afins e do turismo e lazer, competindo-lhe, nomeadamente:
a) Formar profissionais qualificados, com elevado nível de exigência nos aspectos tecnológico, científico, profissional e cultural;
b) Ministrar cursos conducentes à obtenção dos graus de ensino superior de 1.º e 2.º ciclo, pós-graduações e Cursos de Especialização Tecnológica (CET´s)
c) Lecionar cursos de curta duração e emitir os respetivos certificados e diplomas;
d) Realizar atividades de investigação integradas, preferencialmente, em centros de investigação;
e) Prestar serviços à comunidade, tendo em vista uma valorização recíproca;
f) Promover o intercâmbio com instituições convergentes, nacionais e estrangeiras;
g) Contribuir, no âmbito das suas atividades, para a cooperação internacional e para o encontro entre povos e comunidades.